O executivo destaca a confortável posição de caixa de R$ 1,2 bilhão. No quarto trimestre, o consumo de caixa operacional da companhia foi de apenas R$ 13 milhões e no ano, apresentou uma queda de 53% em relação a 2010. “É importante destacar a tendência de redução de consumo de caixa ao longo dos últimos quatro trimestres. O perfil de endividamento continua saudável, pois 81% das dívidas são referentes a operações de crédito imobiliário, que além do baixo custo, são relacionadas diretamente aos projetos em andamento”, diz Audi.
Em relação ao desempenho financeiro, a receita líquida do ano de 2011 atingiu R$ 3,0 bilhões, um aumento de 23% em relação a 2010. O lucro bruto foi de R$ 921 milhões em 2011, com margem bruta de 31%. O resultado operacional de 2011, medido pela EBITDA, atingiu R$ 590 milhões, aumento de 14% em relação ao mesmo período do ano passado, com margem EBITDA de 19%. No quarto trimestre, a receita líquida foi de R$ 916 milhões, crescimento de 29% em relação ao mesmo período do ano passado. O lucro bruto totalizou R$ 249 milhões, crescimento de 8% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, com margem bruta de 30%. O EBITDA foi de R$ 180 milhões com margem EBITDA de 20% e o lucro líquido de R$ 92 milhões.
Um dos destaques em 2011 foi a concretização da joint-venture com a construtora Norcon na região nordeste e a posterior formação da Norcon Rossi. Em apenas seis meses, a nova empresa lançou R$ 334 milhões, sendo que os empreendimentos estão praticamente 100% vendidos.
O banco de terrenos da Rossi é um dos melhores e mais diversificados do País em termos de segmento de renda e localização geográfica com Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 23 bilhões (parte Rossi), o que representa um potencial de construção de mais de 127 mil unidades.
A Rossi inicia 2012 com foco em rentabilidade e geração de caixa. Para o novo CEO da companhia, Leonardo Diniz, a estratégia de diversificação geográfica como forma de mitigar riscos e concentrar em regiões com poucos competidores será um dos destaques da empresa. Além disso, foi colocado em prática o programa de redução de despesas administrativas o que irá gerar economias significativas ao longo do ano. “Em relação ao segmento econômico, o foco estará na utilização da tecnologia construtiva de forma a alavancar os ganhos de sinergia e padronização”, afirma Diniz.
1) Guidance: A forma como as companhias abertas do país divulgam suas projeções e expectativas para um determinado período.
Fonte: Portal VGV
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