segunda-feira, 21 de maio de 2012

Feirão da Caixa movimenta mais de R$ 1 bilhão em Fortaleza.

19.451 mil pessoas passaram pelo Feirão da Casa Própria nos dias 18,19 e 20 de maio.
 
 
 
A Caixa Econômica Federal calcula que o último Feirão da Casa Própria realizado em Fortaleza movimentou mais de R$ 1 bilhão em financiamento de imóveis, durante os três dias de evento, terminado no domingo (20), no Centro de Convenções.

De acordo com o escritório regional da Caixa na Capital, taxas de juros menores foram ofertadas sobre o valor de 30 mil imóveis, com preços de R$ 85 mil a R$ 1 milhão. As condições especiais atraíram 19.451 mil visitantes e geraram um total de 8.093 mil contratos.

Para o superintendente da Caixa em Fortaleza, Odilon Pires Soares, o Feirão foi um sucesso. “Investimos nosso final de semana com toda determinação e força de vontade para reafirmar o posicionamento da Caixa em ser o Banco da habitação, que acredita nas pessoas e em seus sonhos, em especial o da casa própria”, declarou.

Juros menores

Interessados em financiar a casa própria, através da Caixa, ainda podem aproveitar as condições ofertadas durante o Feirão. O site oficial também permanecerá disponível a quem ainda quiser avaliar os imóveis e as opções de pagamento.

Juazeiro do Norte

No próximo fim de semana (26 e 27), Juazeiro do Norte vai sediar a 5ª Feira de Imóveis do Cariri. O evento contará com a presença de construtoras e imobiliárias, além do espaço de atendimento da Caixa, onde 70 empregados farão simulações, análise e liberação de financiamentos imobiliários.



Fonte: Diário do Nordeste.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Novo empreendimento do Vila Galé no Cumbuco.

Para os próximos anos, o grupo pretende lançar outros projetos, tanto no Cumbuco quanto na Capital cearense.


Aproveitando o potencial de desenvolvimento de uma das áreas que mais deverá crescer, no Ceará, nos próximos anos, o grupo Vila Galé pretende lançar um novo empreendimento no Estado - uma unidade que será construída ao lado do hotel já existente no Cumbuco, em Caucaia. Além do novo prédio, o grupo estuda erguer um condomínio para casas na mesma região.

O novo investimento, explica o presidente do grupo no Brasil, Jorge Rebelo, terá 330 apartamentos voltados para a venda e funcionamento semelhante ao do Vila Galé Fun Residence, em Fortaleza, que está em construção, na Praia do Futuro.

"As pessoas (os compradores) podem entregar para nós a exploração dos apartamentos. Elas vão poder usar os apartamentos para férias ou para rendimento", ilustra Rebelo.

O presidente do grupo no País afirma que a unidade será construída "nos mesmos padrões de qualidade" do hotel. A unidade, que será feita em parceria com a construtora Diagonal, tem lançamento previsto para julho. A construção deve ser iniciada seis meses depois, ficando o empreendimento pronto para funcionamento em 2015. O empreendimento possui Valor Geral de Vendas de R$ 95 milhões.

De acordo com Rebelo, o hotel, inaugurado em 2010, e a unidade ao lado são apenas alguns dos empreendimentos que o grupo prevê para o Cumbuco, onde possui uma área de 470 hectares. "A primeira etapa foi o hotel. Agora, vamos desenvolver vários empreendimentos turísticos. Temos um plano de expansão grande", indica.

Mais projetos
Um dos projetos futuros para a região, antecipa, é a construção de condomínios para casas. Segundo Rebelo, o empreendimento poderá já ser lançado em janeiro do próximo ano.

Conforme ressalta, o grupo acredita no desenvolvimento da área no Cumbuco nos próximos anos, principalmente por conta dos investimentos previstos para se instalarem no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp), a exemplo da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) e da Refinaria Premium II. Além disso, ele destaca a proximidade entre a praia e a Capital e as belezas naturais do local.

Hotel três estrelas na mira
Rebelo acrescenta que o Vila Galé está à procura de áreas, em Fortaleza, onde possa instalar um hotel de três estrelas, em um projeto denominado Vila Galé Express, que prevê unidades no segmento de hotelaria econômica. A iniciativa, diz, deverá ser estendida para outros estados, mas a ideia é que a Capital seja a cidade pioneira. "Como nosso primeiro investimento no Brasil foi em Fortaleza (o hotel localizado na Praia do Futuro), queremos começar a rede também por aqui", salienta.

Entre as áreas que estão sendo estudadas, cita a avenida Santos Dumont, e terrenos próximos ao Dragão do Mar. O esforço do grupo, informa, tem sido de encontrar um terreno a um preço adequado. "Os preços estão ainda muito altos", comenta.

Fora do Estado, revela, o grupo pretende criar novos empreendimentos no Rio de Janeiro e em São Paulo, nos próximos anos e passar a atuar em Cabo Verde e Moçambique. Ao todo, Vila Galé possui seis hotéis no Brasil, todos cinco estrelas, somando 4.500 leitos. Em Portugal, conta com 17 unidades.

Construção civil deixa de movimentar R$ 8,2 mi por dia.

Construtoras preveem prejuízos elevados, atraso nas obras e até um aumento nos futuros empreendimentos.


Decretada oficialmente na terça-feira da semana passada, dia 8, a greve dos trabalhadores da construção civil vem causando muita dor de cabeça para as construtoras do Ceará, que estão com praticamente todas as obras paradas. A paralisação, aliás, traz também prejuízo para toda a economia do Estado, com o setor deixando de movimentar aproximadamente R$ 8,2 milhões por dia. Tal perda no giro capital foi calculada com base na informação dada pelo diretor-presidente da Construtora Colmeia, Otacilio Valente, que informou à reportagem que o Ceará movimenta cerca de R$ 3 bilhões por ano com a construção civil. Dessa forma, até ontem, aproximadamente R$ 73,8 milhões deixaram de ser movimentados no Estado em nove dias de greve.

"Não há dúvida de que a greve está atrapalhando diretamente a economia do Estado, até porque a construção civil tem um papel fundamental no giro capital cearense. Espero que a paralisação termine ainda esta semana, pois os prejuízos para as construtoras já são bem significativos", afirma Otacilio Valente. Segundo ele, atualmente a Colmeia está com oito obras completamente paradas e que gastam, cada uma, R$ 20 mil por mês com o aluguel de equipamentos.

Valor de imóveis pode subir
De acordo com o gerente executivo da construtora Mota Machado, Emanuel Capistrano, as perdas são tantas que podem até encarecer o valor de futuros imóveis. "Sinceramente, acredito que os prejuízos são incalculáveis. Obviamente, que não repassaremos esses valores para os empreendimentos que já estão à venda, mas acho que no futuro poderemos dar início às obras já trabalhando com a possibilidade de acontecer uma paralisação assim, o que consequentemente pode acarretar no acréscimo de alguns valores", explica.

O executivo da Mota Machado diz ainda que a construtora está com 100% das obras paradas e cerca de 2 mil funcionários se recusando a trabalhar. Segundo Capistrano, os lançamentos da empresa estão sendo segurados por hora. "Pretendíamos anunciar alguns novos empreendimentos em breve, mas com a paralisação isso se torna impossível", explica

Empresário e engenheiro da Estrutech, José Rolim se mostrou preocupado com a própria estrutura das obras, que, recebendo sol e chuva, podem se deteriorar. "Só quando acabar a paralisação é que poderemos, de fato, avaliar os materiais que foram prejudicados".

Atraso é preocupação
Para o diretor responsável pela área de incorporação da Construtora Porto Freire, Rodrigo Freire, além dos prejuízos financeiros causados pela greve, uma grande preocupação da empresa está nos atrasos das obras. "Temos compromissos com os clientes que não poderão ser honrados se as coisas continuarem assim", comenta.

Rodrigo Freira diz ainda que acha equivocada a decisão dos trabalhadores em um momento em que, segundo ele, o setor avalia a possibilidade de usar mais máquinas nas obras. "Quanto mais cresce a pedida desenfreada da mão de obra, mais o empresário acha viável utilizar equipamentos em algumas funções desempenhadas por trabalhadores, o que pode gerar uma grande onda de desemprego", avisa

Sinduscon não vai ceder
Dentre as exigências feitas pelos trabalhadores da construção civil estão o reajuste salarial de cerca de 17%, direito à cesta básica de R$ 80 e o pagamento de plano de saúde. Segundo o presidente do Sindicato da Construção Civil do Ceará (Sinduscon), Roberto Sérgio, "tais pedidos são absurdas e não estamos dispostos a atendê-los", afirma.



Fonte: Diário do Nordeste

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Guararapes é a vedete do mercado imobiliário da Capital.

Construção do Centro de Eventos e atuais serviços instalados transformaram o bairro em um dos mais caros.


Preço do m² de terreno no Guararapes pularam de R$ 1.000 a R$ 4.000, em dois anos
Preço do m² de terreno no Guararapes pularam de R$ 1.000 a R$ 4.000, em dois anos.


No mercado imobiliário de Fortaleza está "na moda" o bairro Guararapes. Esta região, contornada pela avenida Rogaciano Leite, rua Dr. Thompson Bulcão, avenidas Almirante Maximiniano da Fonseca e Washington Soares, é considerada uma das vedetes da valorização imobiliária da Capital. Há dois anos, o metro quadrado de um terreno no Guararapes tinha como preço médio entre R$ 1.000 a R$ 1.500. Hoje, varia entre R$ 3.500 a 4.500, segundo informações da Câmara de Valores Imobiliários. "O Guararapes apresentou uma valorização acentuada a partir de 2010", afirma o presidente da entidade, Ricardo Arruda. "Esta região está em transformação".

Esse resultado, diz ele, deve-se à construção do Centro de Eventos do Ceará (CEC) na avenida Washington Soares. A inauguração acontece em julho deste ano. "É um bairro independente. Tem shopping center, supermercado, universidades, bancos, concessionárias de veículos, o Fórum", acrescenta Arruda.

   


Ranking

De acordo com dados do Secovi-CE (Sindicato da Habitação), o valor do metro quadrado no Guararapes é o quarto mais caro de Fortaleza, atrás da Aldeota, onde o valor médio do metro quadrado chega a atingir a marca de R$ 5.649, seguido pelo Meireles (R$ 5.417) e Cocó (R$ 4.806). Apesar da valorização, é possível preços entre R$ 2.000 e R$ 3.000 por m² no Guararapes. "Tudo depende da localização".

"Na moda"

Para o tesoureiro do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), Armando Cavalcante o bairro está "na moda" e vai "explodir" com a inauguração do Centro de Eventos.

"Os terrenos vão dar espaço para hoteis, bancos, uma série de melhorias. É uma zona que por si só já tem infraestrutura", afirma. "É um bairro de futuro promissor. O clima também é muito bom. É uma zona alta de Fortaleza com uma corrente eólica forte, vinda do sudeste".

Tendência

A tendência de valorização de áreas imobiliárias é sempre o lado de onde vem o vento. A teoria é defendida por Cavalcante. "Isso ocorre nas cidades do mundo todo", afirma. No caso de Fortaleza, é o lado leste, "que tende a crescer enormemente".

Por isso, os bairros da região até o Eusébio, na região metropolitana, já mostram forte valorização imobiliária, segundo o representante dos corretores de imóveis. "Messejana já é uma área com muitos empreendimentos em construção", exemplifica Cavalcante. "Eusébio já é uma cidade dormitório para quem é de Fortaleza".

Ele cita, entra as construtoras a atuarem no Guararapes, a Idibra, T&A, Diagonal, Marquise, Mota Machado e, principalmente, a Cameron e a Dias de Sousa. "Estas duas têm a maior participação", diz.


Fonte: Diário do Nordeste.