sexta-feira, 27 de abril de 2012

5 dúvidas sobre financiamento imobiliário.

Especialista esclarece as maiores questões para que você possa dar entrada no financiamento sem problemas.


Corretor de imóveis
"Financiamento bancário, além da "ficha limpa", é exigido comprovação de rendimento adequado ao valor do crédito".


Uma das formas mais comuns de se adquirir a tão sonhada casa própria é através do financiamento. O mercado oferece algumas formas para obter esse empréstimo, seja direto com a construtora ou no banco. Se você está prestes a bater o martelo, fique atento às dicas do assessor jurídico da AMSPA (Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências), João Bosco Brito. Ele explica regras, prazos e documentação necessária para você não ter problemas no negócio.


1 Quais são as exigências para conseguir um financiamento imobiliário?

João Bosco Brito – Se você vai comprar um imóvel na planta ou em construção, direto com a construtora, precisará apresentar apenas documentos de identidade e CPF. Não há exigência de "ficha limpa". Já no financiamento bancário, além da "ficha limpa", é exigido comprovação de rendimento adequado ao valor do crédito (valor da prestação não pode ultrapassar 30% do valor da renda líquida). Também é necessário apresentar certidão de nascimento ou casamento, certidões de protestos, distribuidor judicial, imposto de renda e comprovante de residência.


2 Quanto tempo demora para sair o crédito?

Brito – Direto com a construtora, imediatamente. Em financeiras, 30 dias para aprovar o crédito e até 180 dias para liberar o dinheiro.


3 Em quantas vezes pode-se financiar um imóvel?

Brito – Em planos governamentais, como no Minha Casa, Minha Vida, o imóvel pode ser financiado em até 360 meses. Outros negócios, pelo Sistema Financeiro da Habitação, até 240 meses. Em planos privados, como o Sistema Financeiro Imobiliário, o critério é da construtora. Em geral, até 120 meses.


4 Qual o problema principal que inviabiliza um financiamento?

Brito – No financiamento direto com a construtora, quando é emitido o contrato, as cláusulas chamadas "abusivas” deixam o comprador desmotivado para o negócio, pois favorecem a construtora com cobrança de taxas, comissão do corretor por fora, juros indevidos, correções ilegais, incorporação não registrada etc. Nos planos oficiais e financiamentos bancários, a falta de cadastro limpo ou de renda mínima necessária são os maiores empecilhos.


5 A Caixa é mesmo a melhor opção para financiamento? Por quê?

Brito – É a melhor opção para as pessoas da classe média baixa ou de baixa renda, que podem comprar pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Porém, famílias da classe média com renda maior e estabilidade de emprego, financiar direto com a construtora é a melhor opção. Já para quem não tem muita pressa no imóvel, a melhor opção é o consórcio.


Fonte:

As cidades com os imóveis novos mais caros de 2011.

Estudo da imobiliária Lopes mostra que, no ano passado, os bairros nobres concentraram os lançamentos imobiliários nas cidades com metro quadrado novo mais caro do país.

Barra da Tijuca: em 2011, grande parte dos lançamentos cariocas foram na Zona Oeste
 

Rio de fora

São Paulo – Em 2011 foram lançados 1.332 empreendimentos imobiliários residenciais nos principais mercados do Brasil, totalizando 168.552 unidades, com um preço mediano de 4.630 reais por metro quadrado. Os dados são do primeiro “Anuário do Mercado Brasileiro” preparado pela imobiliária Lopes, que considera lançamentos de todos os padrões ocorridos no ano passado nos 15 principais mercados imobiliários do país.

A seguir você vai ver as dez cidades com os lançamentos mais caros do país em 2011, com base no preço mediano do metro quadrado – valor que exclui o preço mais alto e o mais baixo da análise. Surpreendentemente, o Rio de Janeiro – onde se encontram alguns dos bairros mais caros do país – ficou de fora da lista, em 11º lugar, com um preço mediano de 4.660 reais por metro quadrado.

“Felizmente no Rio, no ano passado, houve o lançamento de muitos empreendimentos econômicos, em bairros mais centrais ou afastados”, diz Cristiane Crisci, diretora da área de inteligência de mercado da Lopes. Dos 73 lançamentos, muitos em bairros da Zona Oeste, como Freguesia, Campo Grande, Jacarepaguá, Barra e Recreio. Em contrapartida, na maioria das cidades a seguir, os lançamentos se concentraram em bairros nobres. Confira:


O Plano Piloto, em Brasília, é uma área cheia de restrições para a construção

1. Brasília, DF

O metro quadrado mediano mais caro do país entre os lançamentos de 2011 podia ser encontrado em Brasília, por 10.420 reais. A capital federal tem uma característica única, pois os novos empreendimentos no Plano Piloto estão sujeitos a uma série de restrições, devido ao fato de a cidade ser toda planejada. Assim, os terrenos são escassos e, como a renda da população é alta, o metro quadrado acaba ficando realmente muito caro.
“Agora foram liberados os lançamentos na zona noroeste, uma região nova que funciona como se fosse um grande terreno. Em 2011 houve 15 lançamentos nessa área, onde o metro quadrado é de cerca de 10.000 reais”, diz Cristiane Crisci, diretora da área de inteligência de mercado da Lopes. No total, foram lançados 19 empreendimentos em Brasília no ano passado, totalizando 1.773 apartamentos.


Vista aérea de Jurerê Internacional: Praia de Jurerê foi uma das áreas nobres que recebeu empreendimentos
  

2. Florianópolis, SC

Os oito empreendimentos lançados em Florianópolis, totalizando 846 unidades, concentraram-se nas áreas mais nobres da ilha, como a praia de Jurerê. Com isso, o preço mediano do metro quadrado foi jogado para cima, e ficou em 6.720 reais.


Prédios em construção na Ponta da Praia, em Santos
  

3. Santos, SP

O espaço limitado para construção em Santos aliou-se à concentração dos lançamentos em áreas nobres, próximos à praia, em especial na Ponta da Praia. Essa combinação de fatores fez com que o metro quadrado mediano dos lançamentos na cidade do litoral paulista fosse o terceiro mais caro de 2011, custando 6.390 reais. Foram lançadas 2.908 unidades distribuídas em 20 lançamentos.


Bairro do Morumbi, em São Paulo, onde foram lançados alguns dos empreendimentos de metro quadrado mais caro em 2011
  

4. São Paulo, SP

A cidade de São Paulo foi a campeã de lançamentos em 2011 de longe, com 291 empreendimentos, num total de 37.541 unidades. Houve lançamentos em todas as regiões da cidade, mas a maior concentração ficou nos bairros mais nobres das Zonas Sul e Oeste. Com isso, o preço do metro quadrado mediano ficou em 6.110 reais. Os preços mais altos se concentraram em bairros como Morumbi e Lapa. Também houve um bom número de lançamentos valorizados em bairros do Centro, como Bela Vista, Pari e Brás. “Essa região conta com muita infraestrutura, e o preço do metro quadrado chega a 7.000 ou 8.000 reais, com muitos apartamentos custando acima de 250.000 reais”, diz Cristiane Crisci, da Lopes.


Cidade de Águas Claras no DF
 

5. Águas Claras, DF

A presença de Águas Claras (DF) neste ranking é um reflexo do alto preço do metro quadrado em Brasília. Boa parte da população que não consegue morar na capital federal acaba optando pelas cidades-satélites. Além de Águas Claras, Ceilândia e Taguatinga também vem sendo verticalizadas recentemente. Em Águas Claras foram lançados 21 empreendimentos residenciais no ano passado, com um total de 4.643 apartamentos, e um preço mediano de 5.980 reais por metro quadrado. “Lá tudo é novo, como se fosse uma nova cidade nascendo”, observa Cristiane Crisci.

6. Curitiba, PR

A capital paranaense chegou a receber mais lançamentos que Porto Alegre no ano passado, totalizando 10.596 unidades residenciais distribuídas em 70 empreendimentos, muitos deles de apenas um quarto, tipo de imóvel que tem o metro quadrado “naturalmente” mais alto. “Lá os prédios podem ser mais altos que na capital gaúcha, então podem ser lançadas mais torres, com mais unidades. Na verdade, é um mercado desenvolvido, bem parecido com o de São Paulo”, diz a diretora da área de inteligência de mercado da Lopes.

Em Curitiba os lançamentos do ano passado também se concentraram em bairros nobres, como o Batel, Campo Comprido e Ecoville, o que deixou a cidade em sexto lugar entre as mais caras, com um metro quadrado mediano de 5.200 reais.


Campinas

7. Campinas, SP

O preço mediano do metro quadrado dos lançamentos em Campinas no ano passado foi de 5.040 reais. Foram 11 lançamentos na cidade do interior paulista, com 1.634 apartamentos no total. Não houve concentração em bairros mais nobres, havendo lançamentos de empreendimentos de todos os níveis.
 

8. Niterói, RJ

A cidade de Niterói já tem um mercado imobiliário de venda e revenda bastante desenvolvido, com preços semelhantes aos do Rio. Vizinha à capital, a cidade é lar de fluminenses com bom poder aquisitivo, muitos dos quais trabalham no Rio, mas decidiram se mudar para o outro lado da Baía de Guanabara. Com isso, o preço mediano do metro quadrado dos empreendimentos lançados no ano passado foi o oitavo mais caro do país, ficando em 5.020 reais. Foram 22 lançamentos, totalizando 1.924 apartamentos.


Montagem de como ficará o Espaço Cerâmica, bairro planejado de alto padrão de São Caetano do Sul (SP)

9. São Caetano do Sul, SP

São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, deixou de ser uma cidade dormitório e hoje atrai quem busca uma boa qualidade de vida no município de melhor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país. Alguns dos lançamentos ocorreram, por exemplo, no Espaço Cerâmica, bairro planejado de alto padrão, que vai concentrar moradia, trabalho e lazer. Lá também foi inaugurado recentemente o Park Shopping São Caetano. Ao todo, foram lançados 21 empreendimentos residenciais no ano passado, com 2.015 unidades e preço mediano de 4.930 reais por metro quadrado.


Belo Horizonte, Minas Gerais

10. Belo Horizonte, MG

O preço mediano do metro quadrado dos lançamentos em 2011 foi de 4.690 reais em Belo Horizonte, apenas 30 reais a mais do que o preço do Rio de Janeiro, que ficou de fora dos dez mais. Seus 62 lançamentos foram em número quase igual ao dos empreendimentos lançados na capital fluminense; porém, o total de 5.022 unidades representa pouco menos da metade do número de apartamentos lançados no Rio.

A explicação para a capital mineira ter ficado equiparada à cidade que tem alguns dos imóveis mais caros do país se deve ao fato de ser uma cidade planejada, com controles rígidos para a construção de novos empreendimentos. Outro motivo é a concentração dos lançamentos de 2011 numa região de alto padrão que vai do Centro até o município vizinho de Nova Lima.




Fonte: Julia Wiltgen, de


4 áreas metropolitanas concentram 40% da capacidade hoteleira do país.

Hotel Intercontinental de São Paulo
A região metropolitana de São Paulo, por exemplo, concentrava os maiores números de estabelecimentos (1.323 ou 17,7% do total), de unidades habitacionais (21% do total) e de capacidade total de hóspedes (146.381 ou 19,7% do total).



Rio de Janeiro - As regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador concentravam, em 2011, 40,6% da capacidade hoteleira do país, 46,3% das unidades habitacionais e 44,2% da capacidade total de hóspedes. Os dados fazem parte da Pesquisa de Serviços de Hospedagem 2011 - Municípios das Capitais, Regiões Metropolitanas das Capitais e Regiões Integradas de Desenvolvimento (PSH-2011) divulgada hoje (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O estudo buscou quantificar os estabelecimentos de hospedagem localizados nos municípios das capitais, regiões metropolitanas e integradas de desenvolvimento (Ride) para conhecer suas características e mensurar a capacidade de hospedagem, em termos de número de unidades habitacionais e leitos, para os diversos tipos e categorias de estabelecimentos.

A região metropolitana de São Paulo, por exemplo, concentrava os maiores números de estabelecimentos (1.323 ou 17,7% do total), de unidades habitacionais (21% do total) e de capacidade total de hóspedes (146.381 ou 19,7% do total).

Em seguida vem a região metropolitana do Rio de Janeiro, com 609 estabelecimentos (17,7% do total), 38.565 unidades habitacionais (11,8%); e uma capacidade de hospedar 83.130 pessoas (11,2%).
Ocupando a terceira posição, a região metropolitana de Belo Horizonte registrava, em 2011, 589 estabelecimentos (7,9% do total), 21.809 unidades habitacionais (6,7% do total) e capacidade total de 48.393 hóspedes (6,5% do total).

A região metropolitana de Salvador concentrava 516 estabelecimentos (6,9% do total), 21.591 unidades habitacionais (6,6% do total) e capacidade total de 50.158 hóspedes (6,8% do total).
A região do Distrito Federal e Entorno também se destacou com 5,3% do total dos estabelecimentos, 5,1% do total de unidades habitacionais e 5,2% da capacidade de hóspedes.

A Pesquisa de Serviços de Hospedagem 2011 constatou que 67,3% dos estabelecimentos de hospedagem e 76,4% das unidades habitacionais estavam concentrados nos municípios das capitais.



Fonte: Nielmar de Oliveira, da 

quinta-feira, 26 de abril de 2012

CEF oferece 430 mil imóveis em feirão que acontece em 13 cidades.

SÃO PAULO - A Caixa Econômica Federal vai promover a oitava edição do Feirão da Casa Própria, entre os dias 4 de maio e 10 de junho, em 13 cidades brasileiras.
Os moradores de Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e Brasília poderão comprar os imóveis no Feirão de 4 a 6 de maio. Entre os dias 18 e 20 do mesmo mês é a vez de Curitiba, Fortaleza e São Paulo. Ainda participam do evento as cidades de Uberlândia, Campinas, Porto Alegre, Belém e Florianópolis, conforme a tabela a seguir:


Calendário dos Feirões

Local       
Data

Feirão

Belo Horizonte - MG             04/05 até 06/05                 BH - Pavilhão 2 do Expominas
Recife - PE             04/05 até 06/05Centro de Convenções
Rio de Janeiro - RJ             04/05 até 06/05Rio Centro
Salvador - BA                            04/05 até 06/05Centro de Convenções
Brasília - DF             04/05 até 06/05Centro de Convenções Ulysses Guimarães
Curitiba - PR                           18/05 até 20/05Marumbi Expo Center
Fortaleza - CE            18/05 até 20/05Centro de Convenções
São Paulo - SP            18/05 até 20/05Centro de Exposições Imigrantes
Uberlândia - BH            25/05 até 27/05UB - Center Convention
Campinas - SP            25/05 até 27/05Shopping Iguatemi
Porto Alegre - RS            25/05 até 27/05Fiergs
Belém - PA            08/06 até 10/06Hangar Centro de Convivência da Amazônia
Florianópolis - SC            08/06 até 10/06Centro de Convenções

segunda-feira, 23 de abril de 2012

10 profissionais (muito) raros no Brasil.

Levantamento da consultoria EXEC mostra quais são os cargos em que mais faltam profissionais qualificados.


Cyrela, edifício Nova América

Construção: Gerentes e Diretores de Incorporação com foco na captação de terrenos.

A expansão do mercado imobiliário se, por um lado, tornou mais robustos os cofres das incorporadoras, por outro, tornou a disponibilidade de espaços para novas construções ainda mais diminuta.
Por isso, para encontrar esses locais é preciso um olhar clínico e muita experiência. Resultado? Faltam profissionais capazes de identificar esse tipo de área. “Os diretores de incorporação com foco em captação de terrenos têm uma visão ampla do mercado e são conectados para saber onde estão as áreas disponíveis”, afirma Altona.
Mas isso não é tudo. O profissional que atua neste tipo de cargo precisa ter um bom relacionamento com as prefeituras das cidades dos terrenos em questão e uma elevada capacidade de negociação.
“Tem que ter um perfil comercial, negociador. Tem que gostar de negócios. Normalmente, este profissional é criado e formado em uma incorporadora”, afirma o especialista.

Veja a matéria na íntegra no link: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/os-profissionais-raros-no-brasil?p=1#link.

Fonte: Talita Abrantes, de


domingo, 22 de abril de 2012

10 itens de decoração essenciais para a sua casa.

Confira quais são os itens obrigatórios que ajudam a compor a decoração e atribuem vida e alma à residência.



Toda casa precisa de acessórios. Alguns ganham mais destaque por sua beleza, enquanto outros estão na residência apenas por sua funcionalidade. Para escolher os acessórios certos, mais do que dinheiro, é preciso ter paciência e uma boa dose de criatividade. Paciência para pesquisar, analisar e decidir qual será a melhor opção para o ambiente, e criatividade para fugir do lugar comum.

Nessa tarefa, experiência também sempre ajuda, por isso, o Imovelweb consultou a arquiteta Andréa Parreira para selecionar os dez itens obrigatórios que ajudam a compor a decoração, atribuindo vida e alma à residência. Confira a lista abaixo e descubra o que está faltando para sua casa ficar ainda mais charmosa e bonita:

1- Cortinas
 
 
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Elas vestem os ambientes e têm restrição apenas na cozinha, por causa da gordura que podem acumular. Há variados tipos que se adéquam ao estilo e necessidades do morador.
 

 
2- Tapete


 
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Estão disponíveis em materiais variados, como sintético, lã, algodão e couro, e dão sofisticação ao espaço. A única observação é para a tonalidade. Os de listras e estampados precisam ser integrados aos demais itens presentes na casa.


3- Almofadas


 
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Desempenham a função de acomodar melhor as pessoas no sofá e, ao mesmo tempo, enfeitam o ambiente. Alguns modelos podem ganhar uma nova capa e, assim, renovar as cores da sala.

 
4- Abajur


 
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Garante uma iluminação indireta aconchegante e suave à sala, ao quarto ou a um cantinho reservado da casa. Na gama de opções, há os modelos clássicos, com cúpula em tecido, e os modernos, que têm design arrojado e, em geral, são de metal.

 
5- Mesa de centro


 
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Esse é um dos móveis com mais chances de inovação no design, já que pode variar no formato, cor, material. Uma regra para não errar na escolha do item, que funciona como apoio de alguns objetos, é manter o seu tamanho proporcional ao tamanho da sala.
 

 
6- Mesa lateral
 

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Serve de apoio para pequenos objetos como um telefone, abajur ou vaso decorativo. Isso pode trazer um toque especial para a decoração da sala de estar.


7- Vasos e plantas


 
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As plantas naturais, se dispostas em vasos adequados, alegram, perfumam e harmonizam a casa. Mas vale lembrar que cada tipo de planta exige cuidados para sobreviver. Outra opção é dispor vasos decorativos, mesmo sem plantas, sobre estantes, prateleiras ou mesinhas laterais. Essa ideia dá charme e ressalta as tonalidades da decoração do local.


8- Objetos decorativos


 
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Lembranças de viagens em família ou itens que traduzem a personalidade dos moradores são importantes para dar vida ao lar. Livros, quadros e peças de arte, por exemplo, se encaixam nessa categoria.
 

9- Porta-retrato


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Com a chegada da era digital, esses objetos acabaram esquecidos. No entanto, a foto é o registro de um momento agradável e usá-la para compor o espaço é essencial para dar vida e alma à casa.


10- Espelhos


 
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Famosos pela amplitude que proporcionam, esses itens também valorizam a casa. São bem-vindos em todos os ambientes, em uma pequena moldura ou para revestir uma parede, por exemplo.
 
 
Fonte: Casa e Cia.



Dicas de como "garimpar" artigos de decoração no supermercado.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Como declarar um imóvel ao leão.

À vista, financiado, herdado? Para cada situação há um modo de prestar as contas no Imposto de Renda.




Comprou um imóvel e agora não sabe qual parte cabe ao leão? Ou está pagando um consórcio e ficou em dúvida sobre qual campo preencher? O primeiro passo para evitar erros na hora de declarar é identificar corretamente a situação em que o imóvel se encontra. Ele é quitado, financiado, doado ou será sorteado por um consórcio? Cada uma destas situações envolve formas diferentes de declaração. Outra informação fundamental é o valor que já foi pago na compra. A dívida, seja de consórcio ou financiamento, não importa à Receita Federal.

"Quando você financia um bem, seja móvel ou imóvel, ele próprio é usado como garantia. Por isso, a parte não paga é dispensada da declaração. Se você começou a pagar por um apartamento em 2011 e no ano todo quitou 12 parcelas de R$ 1 mil, deve colocar zero em dezembro de 2010 e R$ 12 mil em dezembro de 2011", explica Antônio Teixeira Bacalhau, consultor tributário da IOB-Folhamatic. Segundo ele, em qualquer situação é importante ter em mãos, antes da declaração, todos os documentos relativos à compra do imóvel. "Guarde, inclusive, os recibos do ITBI e Laudêmio, no caso de terrenos de Marinha. Você só não vai colocar no cálculo o IPTU e os gastos de cartório", ressalta. Veja mais dicas abaixo:

Consórcios

Segundo Welington Motta, diretor tributário da Confirp, se o consórcio ainda não foi contemplado, o contribuinte tem que declarar na coluna de Bens e Direitos, informando no campo de dezembro de 2011 o total pago no ano. Caso as parcelas tenham começado em anos anteriores o total pago no campo será a soma do valor das parcelas de 2011 e de todos os anos anteriores. No caso de consórcio já sorteado, mas ainda com o crédito não utilizado, continua na mesma coluna. Para o consórcio contemplado, a situação muda. O contribuinte deverá informar na coluna de Bens e Direitos o valor pago até o momento e no campo de Dívidas e Ônus Reais o total do saldo devedor.

Financiamento

Para ilustrar a declaração de um imóvel financiado, seja pelo banco ou pela construtora, Welington Motta cita um exemplo de um apartamento comprado em 2010 por R$ 100 mil. No primeiro ano, o contribuinte pagou R$ 30 mil pelo imóvel. Então vai colocar no 2010 os R$ 30 mil, seja esse dinheiro correspondente à entrada ou parcelas, ou mesmo abatido do saldo do FGTS. No campo de dezembro de 2011 deve colocar o valor pago durante o ano passado. Na área de discriminação, você escreve todos os detalhes da compra. Se for o primeiro ano do financiamento, basta colocar zero no campo relativo à 2010 e colocar o valor total pago no campo referente à dezembro de 2011.

À vista

Aqui, Antônio Teixeira, consultor tributário da IOB-Folhamatic, explica que o valor total do imóvel deve ser informado na ficha de Bens e Direitos, além do código do bem, o nome e CPF ou CNPJ do vendedor e informações do banco ou financeira em que o contribuinte obteve o financiamento. "É o tipo mais fácil de declarar", ressalta Teixeira.

Venda

O valor líquido referente ao ganho de capital na alienação de imóveis de uso próprio é considerado um rendimento sujeito a tributação exclusiva. Existe um campo específico para declarar a informação de tais rendimentos. Há dois casos em que a venda é isenta de tributação. A primeira é quando o imóvel é o único do contribuinte e vale menos que R$ 440 mil, desde que, nos últimos cinco anos, o mesmo contribuinte não tenha vendido outra casa, apartamento ou terreno. "Também está isento de pagamento o ganho de capital obtido com a venda de um imóvel que for utilizado para a compra de outro imóvel residencial, desde que essa compra aconteça em até 180 dias da venda", explica Antônio Teixeira. Imóveis adquiridos até 1969 também estão livres do leão.

Doação ou herança

No caso de doadores vivos, o bem deve ser incluído na declaração do responsável. O valor correspondente deve ser informado como rendimento isento e não-tributável para o contribuinte que recebeu e os rendimentos produzidos por esses bens ou direitos são tributados na declaração do responsável.

Em conjunto

Imóveis que forem adquiridos em nome de um casal pode ser declarados na proporção de 50% para cada um ou por apenas um dos cônjuges. No último caso, ele poderá ser relacionado em qualquer uma das declarações se os contribuintes optarem pela entrega de formulários individualmente.

Reformas

A reforma é a única chance de aumentar o valor do imóvel comprado. Para isto, é preciso comprovar tudo o que foi gasto com obras. "O contribuinte tem que juntar tudo, desde recibo de pagamento do pedreiro até nota fiscal do material", detalha Antônio Teixeira. Os dados e valores devem ser preenchidos no campo Discriminação junto com as demais informações sobre o imóvel, como localização e preço. A coluna de 2010 deve mostrar o valor do imóvel antes das reformas. A coluna de 2011 já deve apontar o acréscimo das mudanças. Dessa forma, ao vender, o contribuinte pagará menos sobre o capital obtido com o bem.

Fonte: Diário de Pernambuco.

Chineses oferecem R$ 320 milhões por terreno em Fortaleza.

Um rico grupo chinês ofereceu R$ 320 milhões à vista pela área ocupada por um clube social na praia de Fortaleza.
Nesse terreno, os chineses ergueriam, até a Copa do Mundo de 2014, um hotel de categoria sete estrelas e mais edifícios residenciais e comerciais.
A oferta foi recusada pela diretoria do clube.
Mas o grupo chinês continua à procura de outra área, com a mesma finalidade.


Fonte: Diário do Nordeste, por Egídio Serpa.

Quem deseja a Praia do Futuro?

Recentes lançamentos residenciais no bairro já estão com todas as vendas consolidadas. Os investimentos praticamente não existiam na região, segundo as construtoras. Mas falta de infraestrutura ainda é entrave.

João Fiúza e o residencial Beach Village - todos os 208 apartamentos já vendidos.


Nem só de lazer no fim de semana vive a Praia do Futuro. Tem gente indo lá para morar. Foram três os lançamentos residenciais nos últimos três anos e todas as unidades foram vendidas em pouco mais de 30 dias.

Boom imobiliário e falta de espaço em Fortaleza são apontados como motivos para a migração de investimentos, antes quase nula, segundo as construtoras. Mas insegurança e infraestrutura carente na região ainda são entraves à exploração imobiliária do lugar.

“Tudo o que se lança na Praia do Futuro tem sido vendido. Alguns incorporadores ficam com medo, porque ainda ronda um estigma de insegurança no bairro, mas quem tem coragem sai na frente e vende”, afirma o diretor da Lopes Immobilis, Ricardo Bezerra.

Segundo ele, um dos sucessos de vendas no bairro foi o residencial Beach Village. Parceria das construtoras Diagonal e Rossi, o empreendimento já tem, afirma Bezerra, todos os 208 apartamentos vendidos. Com valor médio de R$ 290 mil, as unidades variam de 51 metros quadrados a 63 metros quadrados e serão entregues no próximo dia 26.

“Temos apostado na Praia do Futuro por ser uma zona já consolidada de Fortaleza e pela dificuldade de terrenos na Aldeota e no Meireles. Lá, há infraestrutura com possibilidade de vista para mar e lazer na praia. É um custo-benefício interessante”, diz o presidente da Diagonal, João Fiúza.

O preço do metro quadrado de um imóvel novo no bairro custa em média R$ 5,5 mil, conforme o empresário. Preço relativamente barato para regiões à beira-mar. O metro quadrado da Beira Mar de Fortaleza, por exemplo, vale o dobro. “O valor da Praia do Futuro ainda é compatível com outros bairros menos concorridos da cidade”, destaca Kalil Otoch, da Kalil Otoch Imóveis.

Ele ressalta que o metro quadrado da Praia do Futuro teve valorização, mas os imóveis usados do bairro não acompanharam a ascensão. Kalil fala do modelo flat como tendência na região. O recém-lançado VG Fun Residence, também da Diagonal e Rossi, é um exemplo. Vendeu 80% das unidades em um mês.

“O empreendimento possui plantas de 35m², 58m² e 83m². Localiza-se ao lado do hotel Vila Galé e os moradores poderão usufruir do serviço pay-per-use do hotel como limpeza do apartamento, lavanderia e café da manhã”, afirma o diretor regional da Rossi, Fernando Motta.

Leste
De acordo com o diretor da Lopes Immobilis, Ricardo Bezerra, um dos motivos para que as construtoras tenham começado só agora a investir na Praia do Futuro é que os terrenos da região estavam concentrados nas mãos de poucas pessoas.
“Agora que essas pessoas estão se desfazendo dos terrenos e vendendo às construtoras. É muito terreno no Papicu, nas Dunas, no Cocó e Praia do Futuro”, lista. O empresário destaca ainda o futuro Shopping Riomar, no Papicu: “O shopping e outros empreendimentos vão mudar a face da região leste de Fortaleza”.

Para se ter ideia, do lado do terreno do shopping, todos os 500 apartamentos do Helbor Condomínio Parque Clube foram vendidos em 30 dias. Nas Dunas, outro megaempreendimento – um bairro planejado de 15 quadras com total de 450 casas – vai iniciar construção das duas primeiras quadras em julho, já com 50% das unidades vendidas. É o Alto das Dunas, da Diagonal Rossi e da incorporadora Tibra, que deve ficar pronto em 2014.
Onde

ENTENDA A NOTÍCIA

A Praia do Futuro é parte da Secretaria Executiva Regional II, que congrega 20 bairros e 325.058 pessoas, segundo a Prefeitura de Fortaleza. A Praia do Futuro, dividida nas partes I e II, ocupa oito dos 25 quilômetros da orla da Capital.
Números

290
mil reais é o valor médio de um apartamento novo na Praia do Futuro.

30
dias é o tempo médio de vendas de um empreendimento residencial na Praia do Futuro.


Fonte: O Povo.


A BSPAR Incorporações entregará no segundo semestre um empreendimento de alto padrão nas Dunas:



quinta-feira, 19 de abril de 2012

Metro quadrado chega a R$ 5,6 mil na Capital.

Secovi-CE sinaliza que já se pode constatar arrefecimento na valorização dos bens no setor imobiliário.


A rápida valorização dos imóveis na Capital cearense registrada, sobretudo, nos últimos anos, tem se intensificado. Nas rodas de bate-papo, seja qual for o nível social de seus integrantes, é raro não ouvir comparações como a do tipo: "hoje, esse terreno está custando três vezes mais do que valia bem pouco tempo atrás". Mesmo com o crescimento no patamar dos preços praticados no setor, aumenta o número de pessoas interessadas em adquirir imóveis, em especial, nas áreas mais cobiçadas da Cidade.

É o caso da Aldeota, onde o valor médio do metro quadrado chega a atingir a marca de R$ 5.649,00, registrando um incremento de aproximadamente 51% em relação a 2010. Os dados são da última pesquisa do Sindicato das Empresas de Compra, Venda e Locação de Imóveis no Ceará (Secovi-CE).

Os outros bairros mais valorizados, segundo o Secovi, são: Porto das Dunas (R$ 5.048,00), localizado no município de Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza; Meireles (R$ 5.417,00); Cocó (R$ 4.806,00); e Guararapes (R$ 4.347,00).

Arrefecimento
Apesar dos preços dos imóveis continuarem em ascensão na Capital, o mercado já sente que o ritmo de crescimento está menor. "O preço se ajustou à diferença da oferta e da procura. O que sentimos é que o preço está ajustado e que as vendas continuam. A maioria da população quer comprar um imóvel e aproximadamente 97% dessa demanda é de pessoas com renda até cinco salários mínimos", afirma o presidente do Secovi-CE, Sérgio Porto.

O dirigente do Secovi-CE acrescenta que o déficit habitacional do País é de aproximadamente 7 milhões de moradias. "E a gente não está produzindo nem um milhão por ano. Então a procura deve continuar grande nos próximos anos", completa. Em Fortaleza, os lançamentos de empreendimentos residenciais permanecem em alta. Em 2011, foram lançados 29 empreendimentos com área total de 414.057,74m². Já em 2010, foram 39 lançamentos com área total de 226.574,55m², enquanto em 2009 foram 24 novas construções e um total de área comercializada de 208.630,66m².

Aluguéis
No caso do mercado de aluguel de imóveis, o Meireles é um dos bairros mais procurados, possuindo também o maior valor médio por metro quadrado, segundo o levantamento produzido pelo Secovi-CE.

"Os imóveis localizados no Meireles são alugados rapidamente, apesar de possuírem um preço um pouco mais alto. Muita gente ainda quer morar perto da praia, fator que contribui para o maior preço nessa região. Atualmente, o valor médio do aluguel de um apartamento de tamanho entre 70 m² e 80m² gira em torno de R$ 1.800,00", afirma a diretora Comercial da SJ Imobiliária, Lídia Vieira.

Expansão para o Sul
Segundo ela, a procura por imóveis também vem crescendo significativamente no lado Sul de Fortaleza, elevando também os preços. "A cidade está crescendo para o lado da Av. Washington Soares, do Cambeba.

Então, os imóveis localizados nesse entorno são muito procurados e o preço do metro quadrado nessa região vem crescendo, se assemelhando aos valores encontrados na Aldeota", afirma, acrescentando que o aumento dos preços na região também está associado ao fato de existirem ali muitos imóveis novos, além de, hoje em dia, seguirem o modelo clube, sendo mais compactos, mas possuindo uma ampla área de lazer, o que agrega valor.

A diretora acredita que a procura por imóveis na região Sul de Fortaleza continuará a crescer nos próximos anos, uma vez que os bairros da área são independentes, possuindo empreendimentos como shoppings, escolas, bancos e supermercados, dentre outros.

Retomada
De acordo com o presidente do Secovi-CE, não houve supervalorização do preço dos imóveis nos últimos anos, o que houve foi uma retomada de preços no setor, que estava estagnado. Entre os fatores que contribuíram para essa mudança no mercado, estão o crescimento da renda da população, a maior facilidade de financiamento e a elasticidade nos prazos pra financiar um imóvel.

"Nós ficamos sem financiamento imobiliário por 12 anos, de 1992 a 2004. A retomada do financiamento deu uma aquecida no mercado. Além disso, os prazos maiores para financiamento também contribuíram, pois muitas pessoas não podem comprar um imóvel à vista ou com um desembolso mensal de R$ 4.000,00, mas podem pagar R$ 400,00 por mês, com um prazo de 30 anos para pagar", explica Sérgio Porto.


Fonte: Diário do Nordeste.

sábado, 14 de abril de 2012

Preço dos imóveis sobe acima da inflação 50 meses seguidos.

Números do índice FipeZAP apontam uma valorização imobiliária impressionante - e bastante atípica - nos últimos anos.

João Sandrini, de


Brookfield
Prédio em São Paulo: os preços dos imóveis subiram acima da inflação 50 meses seguidos.


São Paulo – É impressionante o que aconteceu nas maiores cidades brasileiras nos últimos anos em termos de valorização imobiliária. De acordo com o índice FipeZAP, os preços dos imóveis superaram a alta da inflação em todos os últimos 50 meses em São Paulo. No Rio de Janeiro, onde a coleta de dados também começou a ser realizada em janeiro de 2008, a inflação só bateu a alta dos imóveis no primeiro mês e perdeu para o mercado imobiliário nos outros 49.

Já a pesquisa nacional com os dados de sete capitais brasileiras só começou a ser divulgada em setembro de 2010. Desde então, os preços dos imóveis superaram a inflação medida pelo IPCA por 19 meses seguidos. A conclusão mais direta desse movimento é que quem já possuía imóveis há alguns anos teve sua riqueza multplicada no período.

 Os dados corroboram a teoria de que o Brasil passa por um momento de forte correção de preços no mercado imobiliário, o que, segundo especialistas, é considerado um movimento atípico e nunca duradouro. O mais famoso estudo sobre o assunto foi realizado pelo economista americano Robert Shiller, que coletou dados sobre os preços dos imóveis nos Estados Unidos durante mais de um século.
Sua conclusão: ainda que haja momentos de euforia e depressão em qualquer mercado imobiliário, no longo prazo os preços tendem a ser corrigidos de acordo com a inflação – nem mais nem menos do que isso.

Março

O índice FipeZap, divulgado nesta quarta-feira, também mostrou uma alta do preço dos imóveis de 1,4% em março. A valorização foi menor que a de fevereiro (1,5%), mas ainda deve se situar bem acima da inflação para o mês - ainda não divulgada pelo IBGE, o IPCA deve ficar abaixo de 0,5%, de acordo com as previsões de mercado. Apesar das altas recentes dos imóveis ainda serem representativas, a Fipe, responsável pelo cálculo do índice FipeZap, vê os preços em tendência de desaceleração nas principais capitais brasileiras.

As valorizações mais acentuadas no mês passado foram observadas em Belo Horizonte (2,6%) e Recife (2,1%). Já as menores variações ocorreram em Salvador (0%) e Fortaleza (0,6%). Em São Paulo e Rio de Janeiro, as altas foram de 1,3% e 1,4%, respectivamente.

O preço do metro quadrado mais caro do Brasil, por sua vez, pode ser encontrado no Distrito Federal, conforme a tabela abaixo:

Local
Preço médio do metro quadrado
Distrito FederalR$ 8.100
Rio de Janeiro                       R$ 7.796
São Paulo R$ 6.295
Recife R$ 5.122
Belo Horizonte R$ 4.735
Fortaleza R$ 4.410
Salvador R$ 3.688


Lopes cria app para corretores atenderem por Facebook.

Expectativa da imobiliária é ter cerca de 12 mil lojas na rede sociais e estreitar o relacionamento dos seus colaboradores com os clientes na internet.


Corretor de imóveis
Os consumidores poderão consultar as páginas dos profissionais e optar por conversar com o que mais se identificar.


Rio de Janeiro - A Lopes criou o aplicativo “Espaço do Corretor” no Facebook. A iniciativa tem o objetivo de aumentar a presença da companhia nas redes sociais e facilitar o acesso dos clientes às informações sobre imóveis. Com a ferramenta, cada corretor da empresa ganha uma página na rede para divulgar o portfólio de empreendimentos, os bairros que atende e também dar dicas sobre o mercado.

Já os consumidores poderão consultar as páginas dos profissionais e optar por conversar com o que mais se identificar. Por meio dessa dinâmica, a Lopes pretende estreitar o relacionamento dos clientes com os seus colaboradores, como se eles estivessem visitando o mural de um amigo.
Atualmente, a imobiliária possui mais de 15 mil profissionais e espera a adesão de pelo menos 80%, o que pode representar mais de 12 mil lojas online. As buscas podem ser realizadas tanto por nome quanto pela localidade dos corretores.



Fonte: Letícia Alasse, do 

O mapa da obra.

Consultamos especialistas em infraestrutura para elencar o que pode e deve ser feito em uma reforma. São nove conselhos valiosos para garantir mais segurança a seus planos.


Graziella Mattar

Uma casa revigorada, com a sua cara, muito mais segura. Isso é tudo o que você deve visualizar ao planejar uma reforma. esqueça por um momento o pacote poeira, atraso e dor de cabeça, porque a probabilidade de tudo isso vir junto com qualquer obra é grande. Uma boa revisão na estrutura da casa ou do apartamento é necessária de tempos em tempos, quando a construção começa a dar sinais de esgotamento. A parede tem fissura? o azulejo está oco? o piso afundou? Nada de maquiar os estragos. Prepare-se para o quebra-quebra.

Como diz o engenheiro Francisco Kurimori, presidente do Conselho regional de engenharia e agronomia de São Paulo, Crea-SP, a casa é como o corpo humano. “Quando temos uma dor de cabeça, sabemos que ela é um sinal de que algo não está bem e procuramos o médico. Com o prédio é a mesma coisa. Uma trinca, uma infiltração são sinais de que alguma coisa está errada.” Nesse caso, ele orienta chamar um profissional habilitado, que, depois de fazer correta avaliação, vai dar seu diagnóstico. aí está o primeiro segredinho que parece caro, mas não é: esqueça a opção “pedreiro de confiança” e prefira um arquiteto ou engenheiro para avaliar o que precisa ser feito. Isso vai fazer você economizar dinheiro e evitar dores de cabeça, além de deixar tudo mais seguro. Assim também é possível saber dos materiais mais adequados, que técnicos contratar e que etapas serão seguidas – pode acreditar, ficar de olho nisso tudo sendo leigo dá um trabalhão. “o ideal é procurar profissionais especializados, que podem recomendar materiais de qualidade, resguardando-o de desagradáveis surpresas”, aconselha Gisleine Coelho de Campos, engenheira civil responsável pelo Centro de Tecnologia de obras de Infraestrutura do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, IPT.

O mesmo aconselha o engenheiro civil e professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie Alexandre Tomazeli, especialista em patologia, diagnóstico e terapia de estruturas de concreto. “Às vezes uma inocente trinca inclinada, que para um leigo pode não parecer nada, para um especialista pode indicar até a deformação excessiva da laje ou viga de apoio da parede.”

Por fim, encare tudo com paciência: a quebradeira uma hora acaba, e ficam para sempre os benefícios e a gostosa sensação de casa nova – muito mais segura.

1. Quando começar

Não há um período certo que determine reformas. Em geral, é preciso ficar atento aos sinais que a casa dá. “Fissuras, descolamentos e afundamentos de piso, entre outros, são sinais de que algum problema pode estar ocorrendo”, explica a doutora em engenharia civil Gisleine Coelho de Campos, do IPT. O engenheiro Alexandre Tomazeli, professor da Universidade Mackenzie, acrescenta à lista de sintomas as trincas, os bolores ou até mesmo uma simples bolha na parede de divisa da fachada de um apartamento.


2. Custa caro?

O material da moda, mais caro, pode ser substituído por um mais em conta. “Há opções boas e de custo relativamente baixo”, destaca Gisleine. No entanto, por mais que se consiga economizar fazendo orçamentos, esteja preparado para gastos extras. Existem linhas de crédito com juros mais baixos para reformas. Só fique atento ao barato demais, que pode sair caro: “Um material que não atenda às condições de durabilidade e desempenho sempre será mais barato no começo, porém mais caro depois de um tempo, já que pode exigir maior manutenção”, lembra Alexandre Tomazeli.


3. O que fazer sem ajuda 

Quer baratear a obra? Faça você mesmo coisas mais simples, como pintar paredes, portas, clarear ou aplicar rejuntes nos revestimentos. “O morador sozinho pode fazer isso, desde que não existam trincas nas paredes ou pisos que evidenciem um problema mais grave”, explica Tomazeli.

4. Quem contratar?

Se a reforma envolver qualquer quebraquebra, principalmente com base em algum dos sintomas ruins, procure um arquiteto ou engenheiro ou tecnólogo de edificações para que ele dê um laudo do que precisará ser feito. Lembre-se ainda de buscar referências sobre trabalhos anteriores do profissional para avaliar se ele é experiente.

5. Os eleitos 

A escolha dos materiais influencia tudo, inclusive a qualidade e a durabilidade da obra. Usar revestimento de área interna em uma área externa, por exemplo, é algo a evitar, já que o material poderá durar menos se utilizado em lugar errado. “Em uma fachada voltada para o mar, um acabamento texturizado não terá a durabilidade de uma cerâmica, pois a textura acrílica é o alimento perfeito para os fungos, devido à ação da maresia”, explica Tomazeli. Ele orienta a escolher o material pensando na durabilidade, absorção e resistência.

6. Planeje, planeje, planeje 

Não adianta deixar tudo na mão de um “pedreiro de confiança”. Para Tomazeli, o primeiro passo de uma reforma é contratar um profissional habilitado, com registro em entidade como o Crea. Com o projeto em mãos, ele vai fazer uma planilha do material e da quantidade a serem comprados. Depois, é hora de partir para os orçamentos com as empresas e profissionais que vão executar a obra. Faça contratos com todas as empresas. No fim de cada serviço, tenha um check list das pendências. “Quando estiver em vias de terminar a obra, veja se tudo está conforme o combinado. O termo de entrega só deve ser aceito com as garantias (de durabilidade) especificadas”, acrescenta Tomazeli.


7. Atenção ao quebra-quebra

Em tempo de integrar os ambientes é preciso muito cuidado. “Somente paredes de vedação podem ser removidas”, lembra Gisleine. Jamais faça alterações em paredes estruturais: há risco de comprometer a estabilidade do imóvel. Até nichos só podem ser feitos em paredes neutras, de vedação – e um profissional da área saberá apontá-las. Mudanças em paredes de vedação também devem seguir certos critérios. E sabe aquele pilar que atravanca tudo? Nem pensar em removê-lo.

8. A garantia

No fim de toda reforma, o engenheiro Alexandre Tomazeli aconselha pedir uma carta de garantia, com base no check list dos serviços que foram contratados. “Essa garantia vale por cinco anos”, diz Tomazeli. Em construções mais antigas, são indicadas vistorias anuais, principalmente em regiões litorâneas, expostas a agentes corrosivos.

9. Chame o síndico

Muita gente pode achar exagero, mas, para quem mora em condomínio, é essencial comunicar a obra ao síndico. “As novas convenções e regimentos internos exigem isso. É necessário enviar a cópia do projeto modificativo, informar o engenheiro responsável e os funcionários que entrarão no condomínio”, explica o advogado Rodrigo Karpat, especialista em direito imobiliário. “O síndico tem o poder e o dever de fiscalizar, só não pode invadir o apartamento”, afirma.

Fonte: Casa e Jardim.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Conceito de condomínios clube atrai interesse da classe média.


Com a melhoria no desenvolvimento econômico no país surgiu uma nova classe média. Pesquisa realizada pelo Ibope Mídia, junto ao Target Group Index, neste ano apontou que 37% da população, cuja renda familiar varia entre dois e seis mil reais, planeja comprar um imóvel nos próximos meses.  E com poder aquisitivo recente, esse novo público está ávido por comprar.


E porque não realizar o sonho da casa própria?

Sim, eles estão em busca do bem maior: a moradia. E ainda há outro fator que reforça isso, a facilidade na compra pelos programas habitacionais de alcance social como o “Minha Casa, Minha Vida”, que movimenta a economia por meio da construção de moradias com parceria entre o Governo Federal e a iniciativa privada.

Só que eles não buscam qualquer lugar para morar.  A classe C é exigente. E na hora de escolher um empreendimento, eles querem um que proporcione segurança, lazer e bem-estar, a comodidade encontrada nos condomínios clube de ter tudo em um só lugar. Com isso, cresce a venda desse tipo de empreendimento que abastece três classes: A, B, e C.


“O perfil de moradores dos residenciais é bastante diversificado, mas a maioria procura esse tipo de empreendimento pelos mesmos atrativos: a área de lazer e a socialização. A nova classe média brasileira, com mais poder aquisitivo, tem priorizado residenciais com área de lazer na hora de escolher o imóvel. Atualmente, a Classe C está em outra realidade e busca por qualidade de vida. Os prédios que oferecem área de lazer são os mais procurados e vendem as unidades com mais facilidade”, explica Fábio Albuquerque, diretor de Incorporações da BSPAR.


NOVA CLASSE MÉDIA CEARENSE

A nova classe média cearense tem optado pelos condomínios clubes, que apresentam diversificados itens de lazer e a faixa de valores, dependendo da localização, variando entre R$ 150.000 à R$ 500.000.  Vale destacar que grande parte dos empreendimentos com esse conceito de moraria e lazer está sendo construída em regiões um pouco mais afastadas da Aldeota, como Guararapes e Passaré, onde ainda existem grandes terrenos.


Para Fábio Albuquerque, esses empreendimentos estão sendo bem aceitos e reúnem itens clássicos, como piscina, salão de festas, quadras de esportes, e aposentos sofisticados, a exemplo de cinema, quadras de squash e academia.
O Reserva Passaré Condomínio Parque é um exemplo deles. O empreendimento é construído no bairro Passaré, uma das regiões que mais se valoriza na Capital, possui unidades de 52m², 63m² e 66m², em um valor médio de R$ 200 mil. Ainda oferece estrutura composta por boate, lan house, piscinas adulto e infantil, churrasqueira, salão de jogos, salão de festas com espaço goumert, campo gramado de futebol, playground, miniquadra de basquete e projeto paisagístico.


Em Fortaleza, esse modelo de empreendimento está atraindo muitos interessados, analisou Albuquerque. A proposta de moradia e lazer reflete diretamente no aumento de oferta de imóveis nesse estilo. “Além da ampla área social, segurança para a família e otimização do tempo, outra importante vantagem de morar em um residencial completo é a economia com lazer. Os apartamentos podem ser de dois a cinco dormitórios. Existem empreendimentos de diversos tamanhos para diferentes perfis econômicos”, destaca o diretor de Incorporações da BSPAR (matéria exibida no Jornal O Estado CE).


Os condomínios clube, que antes eram uma tendência, agora são realidade.


Clique nas imagens para vê-las em um melhor formato.



















Incorporação e Construção:


Informações:

Ricardo Moura
(85) 9214-5954 / 3052-3522