quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Imóveis na área do 1º estádio da copa a ficar pronto têm forte valorização.


Preços de imóveis ao redor do Castelão valoriza mais do que em outras áreas. Valor do metro quadrado na área pode variar entre R$ 2.400 a R$ 4.000.


Com a proximidade da Copa do Mundo e a confirmação de que Fortaleza será uma das seis cidades-sede dos jogos da Copa das Confederações, que acontecem em junho de 2013, os preços dos imóveis na capital dispararam, especialmente aqueles localizados na área do entorno do entorno do estádio Castelão. Atualmente, o valor do metro quadrado na área pode variar entre R$ 2.400 a R$ 4.000, de acordo com Paulo Angelim, sócio-diretor da Viva Imóveis.

Segundo ele, os terrenos e imóveis situado naquela região, tiveram uma valorização anual de 10% acima da valorização média verificada em outras regiões da cidade, o que é muito. "Essa valorização deve permanecer de acordo com o uso que se der ao Castelão, se for um uso sustentável, com a implantação de shoppings centers e equipamentos para lazer e eventos, a área vai continuar valorizada mesmo depois dos eventos".

Para Paulo Angelim, o processo é mais intenso na área mais nobre do entorno do Castelão, como o bairro Passaré. Segundo ele, outras áreas interessantes para quem quer comprar imóveis são Messejana, Parangaba e Itaperi". A expansão no mercado é para toda a cidade de Fortaleza, segundo especialistas. “Toda área que receber infraestrutura para a Copa do Mundo será beneficiada", diz Paulo Angelim.

O presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Ceará (Creci-CE), Apollo Sherer, diz que o processo de valorização do entorno do Castelão ocorreu em três etapas. Na primeira, quando Fortaleza foi anunciada como cidade-sede da copa, houve um pequeno aumento no preço dos imóveis e muita gente aproveitou para investir na área. No segundo momento, quando as obras de infraestrutura e mobilidade foram anunciadas, aconteceu uma supervalorização. "A gente pode considerar esse momento como o platô, o ápice. Nesse período a valorização chegou a surpreendentes 100%".

Valorização em etapas

A terceira etapa é o momento atual. Agora, segundo Apollo Sherer, os preços dos imóveis estão estabilizados e a possibilidade de um novo aumento no preço dos imóveis é muito pequena. "Na quarta etapa, pós copa do mundo, é possível que haja uma nova valorização por causa da infraestrutura instala, com metrô, hotéis e shoppings". Para ele, os bairros localizados no entorno do Castelão são muito agradáveis e a tendência é de que haja uma procura maior por essas áreas.


Fonte: Portal G1 Ceará

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Construção de Trump Towers Rio começará em 6 meses.


A Prefeitura do Rio prevê que as cinco torres poderão ter valor de venda de R$ 3 bilhões.


Donald Trump
Donald Trump: depois das duas primeiras torres construídas, as outras três projetadas serão erguidas em função da demanda.


Começará no segundo semestre do próximo ano a construção das duas primeiras de cinco torres do empreendimento Trump Towers Rio, lançado nesta terça-feira, no Rio de Janeiro, como o maior empreendimento de uso comercial exclusivamente urbano entre os países do grupo Bric (Brasil, Rússia, Índia e China).

A Prefeitura do Rio prevê que as cinco torres poderão ter valor de venda de R$ 3 bilhões, em estimativa conservadora, levando em conta o tamanho do terreno, de 322 mil metros quadrados.

O empreendimento pertence ao consórcio formado pela incorporadora da Bulgária MRP International, a consultoria de gestão de risco Salamanca, a construtora paulista Even e o fundo imobiliário gerido pela Caixa, que investe nos empreendimentos do Porto Maravilha, projeto de revitalização da região portuária do Rio.

O presidente da Even, Carlos Terepins, destacou que, em função da demanda, o valor de venda do empreendimento poderá chegar a R$ 6 bilhões. "Isso projetando para o futuro", afirmou.

A Organização Trump não investirá recursos no empreendimento, apenas cederá a marca. O vice-presidente da empresa, Donald Trump Jr., participou da cerimônia de lançamento ao lado do prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB).

O valor de investimento total não foi divulgado, pois, de acordo com Stefan Ivanov, presidente da MRP International, ainda serão selecionadas as construtoras para as obras. Depois das duas primeiras torres construídas, as outras três projetadas serão erguidas em função da demanda.


Fonte: Estadão

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Caixa passa a incluir no financiamento ITBI e despesas cartorárias.


O benefício é para quem pedir crédito imobiliário ao banco e os gastos não podem ultrapassar 4% do valor financiado.


Os gastos com cartório e o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) correspondem entre 3% e 5% do valor do imóvel.


Comprar a casa própria ainda é um dos principais sonhos dos brasileiros que, nos últimos anos, têm recebido grandes incentivos para alcançar esse objetivo. Apesar do financiamento mais acessível e das taxas de juros menores, comprar um imóvel ainda exige uma boa poupança do consumidor, tanto para pagar a entrada, no caso de financiamento, quanto para pagar as taxas que envolvem esse tipo de transação, cujos custos podem chegar a 5% do valor do imóvel.
Arcar com as despesas de cartório, como registro e escritura, além do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), ficará mais fácil para quem financiar imóveis pela Caixa Econômica Federal. A instituição, uma das referências em crédito imobiliário no País, anunciou ontem que essas despesas também poderão ser incluídas no contrato de financiamento, desde que os gastos não excedam 4% do valor total financiado.

Com a mudança, um consumidor que comprou um imóvel de R$ 500 mil, por exemplo, e obteve um crédito de R$ 300 mil na Caixa Econômica Federal, poderá incluir R$ 12 mil no valor total financiado pelo banco, referente às despesas extras.

Aquecimento

Para o vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Ceará (Sinduscon-CE), André Montenegro, a medida é oportuna e deverá contribuir para aquecer ainda mais as vendas do setor de imóveis. "É uma medida muito bem-vinda. Alguns bancos já faziam isso, mas, vindo da Caixa, é espetacular. Muita gente deixava de comprar um imóvel porque não tinha o dinheiro para pagar essas taxas, que variam entre 3% e 5% do valor do imóvel. Uma pessoa que comprava um imóvel de R$ 200 mil, por exemplo, precisa ter cerca de R$ 10 mil para pagar essas taxas à vista. Agora, acredito que esta medida trará um novo ânimo ao setor", destaca. "Medidas como esta são muito bem-vindas", acrescenta.

Conforme André Montenegro, além de beneficiar quem deseja comprar a casa própria, a medida também mostra a confiança do governo no setor. "O governo está acreditando no setor para que o País volte a crescer", afirma.

Atuação semelhante

O Banco do Brasil já possui um serviço semelhante ao anunciado pela Caixa Econômica, financiando despesas decorrentes da compra do imóvel, sem necessidade de comprovação.

Somadas ao valor do financiamento do imóvel, essas despesas não podem ultrapassar o percentual máximo do valor do imóvel e do limite do financiamento para a modalidade, segundo informações divulgadas no próprio site da instituição.

Para registro em cartório, o limite financiável é de R$ 2.500. Para o ITBI, o máximo é de R$ 10 mil. Para a tarifa de avaliação de garantia, até R$ 400. Para a tarifa de avaliação jurídica, R$ 450. Já para a emissão de certidões cartorárias, é possível financiar até R$ 300.

Exemplo

12 mil reais é o valor dos gastos que podem ser incluídos no contrato no caso de alguém que adquiriu um imóvel de R$ 500 mil e financiou R$300 mil, por exemplo.



sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

FGTS - Limite do imóvel é elevado para R$ 750 mil.


Brasília. Em mais uma medida para estimular a economia, o governo federal avalia aumentar de R$ 500 mil para R$ 750 mil o valor máximo dos imóveis que o trabalhador pode comprar com o seu saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), tanto à vista como financiado dentro do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que tem juros menores.

A medida é uma reivindicação antiga das construtoras e que estava engavetada. Segundo informações não oficiais, nos últimos dias, porém, ela entrou na pauta de discussão do governo diante da necessidade de criar mais estímulos para reanimar a economia brasileira.

Tecnicamente, a medida está pronta e tem a simpatia de Guido Mantega (Fazenda). A palavra final caberá a presidente Dilma Rousseff. Porém, mesmo com o aval dela, o governo precisará aprovar resolução no Conselho Monetário Nacional, presidido por Mantega (CMN). Oficialmente, o órgão diz considerar adequado o teto de R$ 500 mil.

Uma preocupação apontada é o impacto que a medida poderá ter nos recursos do fundo. Mas parecer da Caixa Econômica Federal, gestora do FGTS, repassado à Fazenda, estima que só 0,2% dos cotistas atuais se enquadrariam na faixa de renda compatível com imóveis desse preço. Além disso, os saques adicionais para compra de moradia foram projetados em cerca de R$ 700 milhões, o que não foi considerado uma "sangria".

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Apesar da desoneração do setor, é pouco provável uma redução de preços.



O segmento de construção civil espera agora que as construtoras e incorporadoras aumentem suas margens de lucro.


As medidas anunciadas na última terça-feira pelo governo federal para desonerar o setor de construção civil devem provocar a redução de preços de imóveis novos e permitirão também o aumento das margens de lucro das construtoras e incorporadoras, segundo avaliação de Basilio Jafet, presidente da Fiabci Brasil (Federação Internacional das Profissões Imobiliárias) e vice-presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo). "Qualquer redução de custos é positiva e vai incidir no preço final, certamente. Não dá para saber de quanto será a redução no preço final, mas alguma coisa deve, sim, ser possível de reduzir", afirmou Jafet sobre o impacto das medidas anunciadas pelo ministro da Fazenda Guido Mantega.

Entre as principais mudanças anunciadas pelo governo, estão a mudança na incidência da contribuição previdenciária (antes de 20% sobre a folha salarial e agora de 2% sobre o faturamento bruto), válida apenas para as construtoras, e a redução de 6% para 4% na alíquota do RET (Regime Especial de Tributação). Essa última medida vale para construtoras e incorporadoras.

Margens de lucro

O presidente da Fiabci também sugeriu que a redução de custos permitirá que as construtoras e incorporadoras aumentem suas margens de lucro. "Hoje trabalhamos com margens reduzidíssimas, no limite do limite", comentou, em mesa redonda organizada pela entidade, que debateu as perspectivas do mercado imobiliário para o ano que vem.

Estímulo

O presidente do Secovi-SP, Claudio Bernardes, comemorou as medidas anunciadas pelo governo. "A redução da alíquota da RET de 6% para 4% será um estímulo grande".

Ele comentou ainda que, no caso da desoneração da folha de pagamentos, a medida será positiva somente se as construtoras que trabalham com mão de obra terceirizada possam abater essa redução de gastos. "Mas a Receita já sinalizou esse abatimento", afirmou o empresário. O segmento espera que no ano que vem ocorra um aumento no número de lançamentos na capital paulista e elevação no número de unidades vendidas. O Secovi, porém, não fez estimativas.


Fonte: Diário do Nordeste


terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Mantega anuncia mais medidas de estímulo à construção civil.


O setor será beneficiado na desoneração da folha de pagamentos, redução de tributos e acesso a capital de giro durante o período de construção das habitações.


Trabalhadores da construção civil em São Paulo
Trabalhadores da construção civil em São Paulo: o setor não pagará mais INSS.

Brasília - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou hoje (4) novas medidas de estímulo à construção civil. Durante cerimônia de entrega da 1.000ª unidade do Programa Minha Casa, Minha Vida, o ministro disse que o setor será beneficiado em três pontos: desoneração da folha de pagamentos, redução de tributos e acesso a capital de giro durante o período de construção das habitações.
De acordo com o governo, a desoneração na folha de pagamento poderá chegar a R$ 2,85 bilhões. Atualmente, o setor gasta R$ 6,28 bilhões com pagamento de 20% da folha ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e, com a nova medida, passará a pagar 2% do faturamento bruto. "O setor não pagará mais INSS. Não vou dizer pelo resto da vida porque é muito tempo, mas por um longo período", disse Mantega.

Outra medida é a redução da alíquota do Regime Especial de Tributação (RET) da construção civil, de 6% para 4% sobre o faturamento.

Na solenidade, o ministro ressaltou a importância da construção civil para o Brasil. “[O setor é] responsável por quase metade do investimento que nós fazemos no país. Portanto, estimular a indústria de construção é estimular o investimento no país.”

Segundo ele, o setor também é importante porque contribui para dois dos maiores sonhos da população: ter uma casa própria e conseguir um emprego. De acordo com o ministro, o setor emprega atualmente 7,7 milhões de pessoas.


Fonte: Agência Brasil