quinta-feira, 12 de abril de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Consumidores têm mais confiança em anúncios online.
Apesar de a confiança em mídias tradicionais ainda ser maior, o índice vem decrescendo ao longo dos anos.
A publicidade veiculada nos meios tradicionais de comunicação estão perdendo credibilidade, enquanto os anúncios online ganham terreno. Foi o que constatou uma pesquisa global realizada pela Nielsen: 36% dos consumidores afirmaram confiar em anúncios veiculados em redes sociais ou vídeos online, as duas principais tendências em publicidade na internet.
A confiança em banners chegou a 33%, cerca de 6% a mais do que em 2007. Já os anúncios em buscadores são os campeões de credibilidade: 40%, 34% a mais na comparação com 2007. Randall Beard, executivo de soluções em anúncios da Nielsen, aposta no aumento da verba publicitária para essas plataformas.
Apesar de a confiança em mídias tradicionais ainda ser maior, o índice vem decrescendo ao longo dos anos. Cerca de 47% dos entrevistados afirmaram confiar na publicidade transmitida pela televisão, revistas e jornais, porém a queda nos percentuais foi de 24%, 20% e 25%.
"Enquanto executivos de marcas procuram maneiras de desenhar estratégias mais efetivas, a pesquisa mostra que a proliferação de mensagens nas mídias pode impactar também a eficácia de como as marcas se relacionam com as audiências em diversas plataformas", explica o executivo. A pesquisa foi realizada através de entrevistas com 28 mil voluntários de 56 países via internet.
Fonte: Administradores - O Portal da Administração, Via TI Inside.
Apesar de a confiança em mídias tradicionais ainda ser maior, o índice vem decrescendo ao longo dos anos. Cerca de 47% dos entrevistados afirmaram confiar na publicidade transmitida pela televisão, revistas e jornais, porém a queda nos percentuais foi de 24%, 20% e 25%.
"Enquanto executivos de marcas procuram maneiras de desenhar estratégias mais efetivas, a pesquisa mostra que a proliferação de mensagens nas mídias pode impactar também a eficácia de como as marcas se relacionam com as audiências em diversas plataformas", explica o executivo. A pesquisa foi realizada através de entrevistas com 28 mil voluntários de 56 países via internet.
Fonte: Administradores - O Portal da Administração, Via TI Inside.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Famoso “quarto e sala” ganha modernidade e conquista jovens independentes que buscam qualidade de vida.
| O interesse maior por este tipo de empreendimento é por partes dos jovens, indo de estúdios compactos aos sofisticados lofts. |
Sucesso nas décadas de 1960 e 1970, as quitinetes, ou “quarto e sala” estão recuperando a importância. A procura por imóveis pequenos, com um só quarto vem aumentando consideravelmente. Para João Crestana, presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), essa demanda é decorrente muito mais do comportamento da população economicamente ativa do que do preço dos imóveis.
Solteiros ou casais sem filhos devotam-se à carreira e à formação profissional. O interesse imobiliário desses jovens vai de estúdios compactos e sem divisórias, com 35 metros quadrados e sem vaga de garagem, perpassam os “quarto e sala” e se alçam aos sofisticados lofts de 100 metros quadrados e duas vagas.
Uns exigem preços acessíveis e dispensam equipamentos comunitários, fator preponderante para a redução da taxa condominial. Outros procuram condomínios adjacentes ao metrô e a corredores de ônibus, e valorizam funcionalidades como lavanderia coletiva.
Há ainda os que valorizam arquitetura moderna, espaços abertos, raia de natação, espaço gourmet, proximidade com o local de trabalho, universidades, cinemas, bares, restaurantes e baladas. Para esse público, preço não é o fator decisivo para a compra do imóvel.
A diversidade da demanda encontra respaldo na diversidade de ofertas: nas regiões periféricas da cidade de São Paulo, há procura por unidades menores e disponíveis por aproximadamente R$ 100 mil. Em regiões mais centrais, há aquelas disponíveis por R$ 250 mil e dependendo da localização e dos atributos, encontram-se as que ultrapassam R$ 1 milhão.
Fonte: Exame.com
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Boom residencial rumo ao Leste do Estado.
Grandes empreendimentos imobiliários estão mudando o perfil demográfico e financeiro da região do Eusébio. A Autarquia Municipal do Meio Ambiente do Eusébio registrou em 2011 um total de 37 licenças ambientais concedidas para equipamentos imobiliários residenciais.
| O município de Eusébio está sendo chamado de cidade dos condomínios, em função do número de empreendimentos na área. Uma nova Fortaleza está crescendo para o lado Leste da capital, mais especificamente em direção dos municípios de Eusébio e Aquiraz. Grandes empreendimentos imobiliários estão mudando o perfil demográfico e financeiro dessa região. A Autarquia Municipal do Meio Ambiente do Eusébio (Amma) registrou em 2011 um total de 37 licenças ambientais concedidas para equipamentos imobiliários residenciais no município. Este ano, já foram liberadas 16 licenças para obras com este perfil. Uma comparação com 2010 não é possível porque a Amma foi criada somente em julho de 2011, segundo informa o presidente da Autarquia, Mirton Prata. Antes disso, o órgão responsável por autorizar as construções no Eusébio era a Secretaria Municipal de Controle Urbano, que repassava os pedidos à Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Semace) e esta concedia a licença. Mesmo assim, a Secretaria de Controle Urbano concedeu, em 2010, 229 alvarás de construção, sendo três para a implantação de indústrias e três para estabelecimentos comerciais. Os outros 221 alvarás foram para empreendimentos de caráter residencial, tanto condomínios como unidades no Eusébio, segundo explica a engenheira civil Alessandra Marrocos, do Controle Urbano. Cidade dos condomínios Números à parte, o potencial de desenvolvimento urbano do Eusébio é comemorado pelo mercado imobiliário local. Apollo Scherer, presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Ceará (Creci-CE) denominou ele próprio a região como “A Cidade dos Condomínios” tal a quantidade de empreendimentos com este perfil. Segundo Scherer, são mais de 100 entre pequenos, médios e de grande porte. “Acredito que o número de imóveis construídos, nos últimos cinco anos, dobrou. E estou falando só daqueles localizados fora da sede, do centro da cidade”, avalia. São empreendimentos basicamente horizontais, tanto de casas prontas como condomínios de terrenos. Alguns dos mais representativos são Algarves, Sevilha, Vila Murano e Gran Quartier (que entregam as casas) e Vivenda dos Ramalhetes, Quintas do Lago, Alphaville e, por último, Ibiza (que vendem os lotes para construção). Boom imobiliário O diretor da César Rêgo Imóveis, César Rêgo, diz que a realidade do boom imobiliário do Eusébio começa bem antes, a partir do bairro Guararapes (nas proximidades do shopping Iguatemi, em Fortaleza) e vai até Aquiraz (Lagoa do Catu), ao longo da CE-040. “São áreas com melhor disponibilidade de terreno e onde já surgem equipamentos necessários para o desenvolvimento urbanístico de uma região, como melhores acessos, supermercados, restaurantes, escolas, áreas de lazer, empresas de serviço, torres comerciais dentre outros”, diz o empresário. ENTENDA A NOTÍCIA O Eusébio é uma das cidades da Região Metropolitana de Fortaleza que mais cresce. Só este ano foram pedidas 16 licenças de projetos imobiliários para a construção de condomínios. No ano passado foram 37 licenças. Fatores de atração de construtoras 1º - O município fica localizado no principal eixo de valorização imobiliária da Região Metropolitana de Fortaleza, o prolongamento da avenida Washington Soares ao longo da CE-040 2º - Em 20 minutos de carro pode-se chegar aos principais shoppings, colégios, bancos e supermercados em Fortaleza; 3º - Clima: O Eusébio tem temperatura média de 3°C a 5°C abaixo da registrada na região da Aldeota-Meireles; 4º - A região é propícia ao desenvolvimento de condomínios de casas; 5º - O valor de um imóvel é menor do que na Aldeota, Meireles, Cocó e Guararapes. O metro quadrado no Eusébio situa-se na faixa de R$ 2.500 a R$ 3,000, enquanto que nas regiões citadas ele varia de R$ 4 mil a R$ 6 mil; 6º - No Eusébio é mais fácil conseguir boas áreas para construção de condomínios horizontais. O valor do metro quadrado do terreno varia de R$ 100 a R$ 200, enquanto que na Aldeota, Meireles, Cocó, Guararapes fica entre R$ 1.500 e R$ 3.000; 7º - Burocracia menor: Segundo Apollo Scherer, o processo de legalização de imóvel no Eusébio chega a ser metade do tempo gasto em Fortaleza; 8º - O valor de um imóvel de alto padrão no Eusébio é muito menor que nas regiões já citadas em Fortaleza. Por exemplo, uma mansão de 330 m² de área construída em um terreno de 600 m², custa R$ 800 mil. |
Fonte: O Povo
Fornecedores da construção civil cearenses recebem qualificação.
Em tempos de aquecimento da indústria no Ceará, aumenta a necessidade por produtos e serviços qualificados para abastecer o setor.
A ideia é incentivar a qualificação dos fornecedores para que eles ofereçam produtos e serviços de qualidade e, assim, atendam as exigências do mercado. De acordo com o gerente comercial da Coopercon, Yves Mourão, o mercado cearense é muito carente de serviços de uma forma geral.
A primeira etapa do programa foi iniciada em novembro de 2010 e seus resultados foram apresentados em março passado durante evento realizado na Casa da Indústria. Os participantes foram qualificados no que se refere à qualidade, meio ambiente, segurança e saúde do trabalho, responsabilidade social, empresarial, produção e macrogestão (estratégica, comercial e financeira).
Como resultado, nos últimos seis meses foram gerados R$13 milhões de negócios entre as construtoras cooperadas e as empresas participantes do programa. Ao todo, são 28 empresas fornecedoras e 12 construtoras. Depois de concluída a segunda etapa – que deverá durar mais um ano e meio – o PDF deverá abrir uma segunda turma em 2013.
A coordenadora também aponta a melhoria nos prazos de entrega e acrescenta que os fornecedores começaram a enxergar outros aspectos do serviço, como a importância da forma como o produto é embalado, por exemplo. “Não é só o preço que a gente considera. Temos que levar em conta a qualidade do produto e do serviço. Se o fornecedor está atendendo as necessidades da obra e se está trabalhando em tempo hábil. Caso contrário, temos mão-de-obra parada, o que não é bom para a construtora”, diz.
Cassandra acredita ainda que o programa otimizou o trabalho dos fornecedores, permitindo o aumento do leque de clientes e a diminuição dos preços. “Eles colocaram ordem na casa, viram que conseguiam melhorar a logística e isso acabou por refletir nos preços”.
1. Oficinas - onde são expostos conteúdos teóricos sobre diversas áreas de gestão como: Gestão Estratégica; Logística; Gestão da Qualidade/ resíduos; Gestão da Produção; Responsabilidade Social; Segurança no Trabalho – nestas a empresa envia o profissional que atua na área de estudo para se capacitar;
2. Consultorias especializadas – Consultores de empresas visitam os fornecedores, fazem uma avaliação e passam tarefas de acordo com a oficina que foi ministrada. As atividades são personalizadas para cada empresa, de acordo com o grau de evolução no assunto;
3. Visitas técnicas – São agendadas com as construtoras da diretoria da Coopercon visitas técnicas com os fornecedores participantes. Na ocasião, as construtoras apresentam suas formas de trabalhar e seus critérios de avaliação e seleção de fornecedores;
4. Fórum de fornecedores – ocorrem mensalmente e os assuntos tratados nas oficinas e consultorias são compartilhados. Cada fornecedor expõe suas dificuldades e soluções encontradas. É um ambiente de troca de aprendizados.
Em tempos de aquecimento do mercado imobiliário e de pujança da construção civil no Ceará, aumenta a necessidade por produtos e serviços qualificados para abastecer o setor. Essa é a razão que justifica o Programa de Desenvolvimento de Fornecedores da Construção Civil (PDF), iniciativa do Instituto Euvaldo Lodi – IEL com diversos parceiros, que tem o objetivo de desenvolver os fornecedores locais.
“Para atender a todas essas demandas precisamos de fornecedores qualificados, tornando nossa cadeia produtiva cada vez mais sustentável”, explica Marcos Novaes, presidente da Cooperativa da Construção Civil do Estado do Ceará (Coopercon-CE), um dos órgãos apoiadores do programa.
EXIGÊNCIA DE MERCADO
A ideia é incentivar a qualificação dos fornecedores para que eles ofereçam produtos e serviços de qualidade e, assim, atendam as exigências do mercado. De acordo com o gerente comercial da Coopercon, Yves Mourão, o mercado cearense é muito carente de serviços de uma forma geral.
“A demanda aumentou bastante, os fornecedores pegaram trabalho além de sua capacidade e com isso cai a qualidade. Esse é um ponto negativo porque além de termos que gastar uma energia maior nas construtoras para garantir um serviço bem feito, abre espaço para empresas das regiões sul, sudeste e até de outros países, como vem acontecendo”, afirma Mourão. Assim, o PDF ajuda o mercado de fornecimento local a se organizar, crescer e ser mais competitivo. “Desta forma a construção civil cearense não precisará recorrer a empresas de outras praças e a economia local será favorecida”, explica.
“Além das negociações de insumos, a Coopercon está atuando em outras direções. Temos a preocupação de garantir que nossa cadeia produtiva alcance o máximo de produtividade e qualidade possíveis. Assim, vimos a necessidade de atuar também nesse segmento de qualificação das pequenas e médias empresas locais, que são fornecedores das nossas cooperadas”, afirma o presidente Novaes.
PRIMEIROS RESULTADOS
A primeira etapa do programa foi iniciada em novembro de 2010 e seus resultados foram apresentados em março passado durante evento realizado na Casa da Indústria. Os participantes foram qualificados no que se refere à qualidade, meio ambiente, segurança e saúde do trabalho, responsabilidade social, empresarial, produção e macrogestão (estratégica, comercial e financeira).
Novaes explica que a qualificação do programa se dá através de oficinas, consultorias especializadas, visitas técnicas e fóruns. “Também são realizadas reuniões mensais com as construtoras, Coopercon, IEL, SEBRAE e SENAI para avaliação da evolução dos fornecedores e tratativas para toda a gestão do projeto”, completa.
Como resultado, nos últimos seis meses foram gerados R$13 milhões de negócios entre as construtoras cooperadas e as empresas participantes do programa. Ao todo, são 28 empresas fornecedoras e 12 construtoras. Depois de concluída a segunda etapa – que deverá durar mais um ano e meio – o PDF deverá abrir uma segunda turma em 2013.
Maurício Salles, diretor técnico da Porto Freire, uma das construtoras participantes do PDF, acredita a que o programa permitiu melhorias na relação entre os fornecedores e as construtoras, favorecendo um maior profissionalismo. “A gente já percebe um maior compromisso dos fornecedores em relação aos clientes. Podemos destacar melhorias na especificação do material e nos prazos de entrega”.
Cassandra Rolim, coordenadora de Suprimentos da Magis Construtora, destaca que o programa permitiu que as construtoras conhecessem outros fornecedores do mercado. “Tanto indicamos fornecedores para as construtoras âncoras como conhecemos outros. Então houve uma troca de valores”, afirma.
A coordenadora também aponta a melhoria nos prazos de entrega e acrescenta que os fornecedores começaram a enxergar outros aspectos do serviço, como a importância da forma como o produto é embalado, por exemplo. “Não é só o preço que a gente considera. Temos que levar em conta a qualidade do produto e do serviço. Se o fornecedor está atendendo as necessidades da obra e se está trabalhando em tempo hábil. Caso contrário, temos mão-de-obra parada, o que não é bom para a construtora”, diz.
Cassandra acredita ainda que o programa otimizou o trabalho dos fornecedores, permitindo o aumento do leque de clientes e a diminuição dos preços. “Eles colocaram ordem na casa, viram que conseguiam melhorar a logística e isso acabou por refletir nos preços”.
Como é realizado o programa?
1. Oficinas - onde são expostos conteúdos teóricos sobre diversas áreas de gestão como: Gestão Estratégica; Logística; Gestão da Qualidade/ resíduos; Gestão da Produção; Responsabilidade Social; Segurança no Trabalho – nestas a empresa envia o profissional que atua na área de estudo para se capacitar;
2. Consultorias especializadas – Consultores de empresas visitam os fornecedores, fazem uma avaliação e passam tarefas de acordo com a oficina que foi ministrada. As atividades são personalizadas para cada empresa, de acordo com o grau de evolução no assunto;
3. Visitas técnicas – São agendadas com as construtoras da diretoria da Coopercon visitas técnicas com os fornecedores participantes. Na ocasião, as construtoras apresentam suas formas de trabalhar e seus critérios de avaliação e seleção de fornecedores;
4. Fórum de fornecedores – ocorrem mensalmente e os assuntos tratados nas oficinas e consultorias são compartilhados. Cada fornecedor expõe suas dificuldades e soluções encontradas. É um ambiente de troca de aprendizados.
Fonte: Jornal O Estado
Ivens e Gafisa juntos em cidade planejada.
O 290º homem mais rico do mundo e o nono do País é líder nacional em massas e biscoitos com seu grupo M. Dias Branco. Ele controla 25,6% em biscoitos e 25,1% em massas, mas se tem uma área que também atiça o instinto empreendedor de Ivens é o setor imobiliário. Ele está bem perto de um sonho no Eusébio, onde fica a Fábrica Fortaleza. Falta muito pouco para que ele e a paulista Gafisa batam o martelo em megaprojeto imobiliário, atrás da indústria. A área total é de 2 mil hectares e, a se confirmar a batida, a primeira fase da cidade planejada será lançada antes do final do ano. O negócio é de Ivens, fora do Grupo M. Dias Branco.
A propósito, surpreendeu positivamente Ivens a agilidade com que a Prefeitura de Eusébio atuou na legalização do negócio. Tudo caminhou célere e limpo na gestão do prefeito Acilon Gonçalves. Como deve ser.
Fonte: Vertical S/A.
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