quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Cofeci regulamenta propaganda para Corretores e Imobiliárias

Através da resolução nº 1.065/2007 (publicada no Diário Oficial da União em 24 de outubro do mesmo ano), o Conselho Federal de Corretores  de Imóveis (COFECI), estabeleceu novas regras para utilização de nome abreviado, por pessoas físicas, e de fantasia, por empresários e pessoas jurídicas, além do tamanho mínimo de impressão de inscrição do CRECI em divulgação publicitárias (documental, mídia impressa e falada).

A utilização do nome, por extenso ou abreviado, pela pessoa física regularmente inscrita no CRECI deverá ser seguida, obrigatoriamente, da expressão “Corretor de Imóveis”. Após a qualificação, a sigla CRECI e o número de inscrição. Entretanto, o profissional poderá acrescentar outro adjetivo que melhor o qualifique, como por exemplo, “Gestor Imobiliário” ou “Consultor Imobiliário”. A expressão obrigatória deverá obedecer ao tamanho mínimo de 25% do nome por extenso ou abreviado.
Esta resolução padroniza as propagandas em âmbito nacional e veda o uso público de nome fantasia pela pessoa física, exceto aqueles Corretores de Imóveis que obtiverem o CRECI Jurídico.

Publicidade não deve confundir o consumidor

Nos casos de publicidade envolvendo pessoa jurídica, o nome fantasia deve estar precedido da sigla CRECI, mais o número de inscrição seguido da letra “J”. O tamanho mínimo do nome, da razão social ou do nome fantasia a ser utilizado pela pessoa jurídica deverá obedecer ao mesmo critério usado para pessoa física, ou seja, 25%.
O registro prévio junto ao conselho do nome a ser mencionado nas propagandas é condição essencial para a sua utilização e não poderá ser igual ou semelhante a outro já registrado. Estes procedimentos evitam que o consumidor seja confundido.
Em qualquer dos casos, a sigla CRECI e o número de inscrição deverão ter o tamanho mínimo de 25% da maior expressão da publicidade.

Fonte: Cofeci

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Ipea vê provável bolha; Sinduscon-CE discorda.


O argumento é que a disparada de preços dos imóveis nos últimos anos resultou em valores insustentáveis.


Brasília/Fortaleza Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta a "possibilidade concreta de existência de uma bolha no mercado de imóveis no Brasil", que pode estourar com a possível elevação futura dos juros. O argumento dos economistas Mário Jorge Mendonça e Adolfo Sachsida, que assinam o trabalho, é que a disparada dos preços de casas, terrenos e apartamentos nos últimos anos está resultando em valores irrealistas, incompatíveis com os movimentos de oferta e procura do mercado, sendo, portanto, insustentáveis.

O Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Ceará (Sinduscon-CE) discorda da tese, que alimenta ainda mais a controvérsia instalada entre estudiosos, compradores e vendedores.

Acima da inflação

Os autores calculam que, de janeiro de 2008 a fevereiro deste ano, os preços dos imóveis tiveram alta de 165% no Rio de Janeiro e de 132% em São Paulo contra uma inflação de 25% no período. Eles também constataram altas superiores à inflação em capitais como Recife, Belo Horizonte, Brasília e Fortaleza.

Tradicionalmente, bolhas de preços são infladas pelo crescimento acelerado da oferta de crédito. Esse crescimento aconteceu no setor habitacional brasileiro -com o impulso, enfatiza o estudo, de programas, incentivos e obras do governo federal.

"A insistência do governo em aquecer ainda mais um mercado imobiliário já aquecido só tende a piorar o resultado final", diz o texto. Entre os exemplos citados estão, além dos juros favorecidos para o setor imobiliário, o programa Minha Casa, Minha Vida e os empreendimentos vinculados à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016.

Vinculado à Presidência da República, o Ipea não endossa tais conclusões. No boletim "Conjuntura em Foco", o órgão argumenta que o volume de crédito no país ainda está muito longe dos 65% do Produto Interno Bruto contabilizados nos EUA. Mas reconhece a rapidez da expansão dos financiamentos habitacionais brasileiros, que saltaram de 1,5%, em 2007, para mais de 5,5% do PIB neste ano.

O estudo insiste, porém, que a escalada dos preços dos imóveis no Brasil tende a ser interrompida ou revertida com a alta dos juros, o que é esperado com a retomada do crescimento econômico e com uma alta futura das taxas internacionais.

Contraponto

André Montenegro, vice-presidente do Sinduscon-CE, descarta a possibilidade de bolha no mercado imobiliário brasileiro. "Seria necessário mais uns 15 anos para chegarmos a isso. Ainda temos muito a crescer. E com a entrada do Banco do Brasil, esperamos deslanchar o programa MCMV", reforça. Segundo ele, "em 2012 o financiamento de imóveis (no Brasil) será de R$ 200 bilhões. Para chegar no nível de um país desenvolvido temos que alcançar em torno de R$ 1,2 trilhão", calcula.

Para Montenegro, não se pode comparar o aumento da inflação com a alta de preços dos imóveis, no contexto do mercado reprimido da construção civil no Brasil. "Não havia crédito para financiar imóveis ao mesmo tempo em que temos um déficit absurdo de oito milhões de habitações. De repente as pessoas passaram a ter acesso ao crédito e o mercado cresceu", explica. A tendência, diz, é o ajuste dos preços. "É verdade que não tem mais margem de aumento de preço. Mas a bolha está muito longe de existir", frisa.





Fonte: Diário do Nordeste

C. Rolim Engenharia celebra evolução contínua.

Cenários mostrados na peça publicitária são os empreendimentos já entregues pela construtora cearense.


A C. Rolim Engenharia, em comemoração aos seus 35 anos, lançou campanha institucional, desenvolvida pela Sg Propag. Credibilidade e valorização do bem-estar são os dois principais conceitos que compõem o slogan "35 anos de evolução contínua", em sintonia com a filosofia diária do grupo. A estratégia mostra as múltiplas facetas da evolução da marca.


A campanha, elaborada pela Sg Propag, mostra as múltiplas facetas da evolução da empresa, através do conceito 35 anos de evolução contínua.


"A campanha de 35 anos celebra a evolução da C. Rolim Engenharia em todos os sentidos. Evoluir está em seu DNA, herança de seu fundador, Clovis Rolim. Um visionário que buscava sempre o novo e o melhor, construindo para transformar e semeando para perpetuar", diz Ticiana Rolim Queiroz, diretora do grupo.

A empresária destaca que a concepção arquitetônica, os métodos construtivos modernos, bem como a constante formação intelectual da equipe e a responsabilidade socioambiental são bases da empresa que "nasceu para locomotiva e não para ser um simples vagão".

Slogan

O termo evolução contínua para a C. Rolim Engenharia, de acordo com Ticiana, não é simplesmente uma frase de efeito para compor um slogan. É uma filosofia empresarial que norteia todos os dias da empresa na busca incessante por diferenciais qualitativos,sempre pautada por rigorosos padrões éticos.

A marca C. Rolim Engenharia é hoje uma grife no mercado imobiliário, planejando espaços com inteligência, ousando na arquitetura e na utilização de modernas tecnologias em materiais construtivos.

A campanha, desenvolvida para marcar a passagem dos 35 anos, tem como peça-chave um comercial de 30 segundos. O VT mostra que quem vive em um empreendimento da C. Rolim Engenharia tem um estilo de vida todo especial. Cada construção é cenário de uma vida com mais qualidade, mais contato com a natureza e muitos diferenciais. Enquanto outras empresas destacam lugares paradisíacos, o filme, produzido pela Casaverde Vídeo, mostra um novo conceito de vida, tendo como cenários empreendimentos já entregues pela C. Rolim Engenharia.

A peça publicitária é assinada pela Sg Propag e pode ser encontrada na página do Facebook da C. Rolim Engenharia http://www.facebook.com/crolimeng . Além disso, durante todo o mês de setembro será veiculada nos cinemas dos shoppings DelPaseo e Iguatemi, através da programação na rede Elemidia. A campanha conta ainda com anúncio em jornais locais e em revista regional; e com um spot de 30´´ para as rádios.


Fonte: Diário do Nordeste


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

As 10 maiores construtoras do país em 2011, segundo o ITC.

Gafisa lidera o ranking de 2011, seguida pelas construtoras MRV e Cyrela.



As maiores

O ITC, uma das consultorias mais tradicionais em fornecimento de dados para o setor de construção, divulgou hoje o balanço das companhias que mais construíram por metro quadrado no país durante 2011.
 
O 8º Ranking ITC das 100 maiores da Construção, engloba tanto construtoras que atuam nos segmentos comercial, residencial e indústria, e traz como grande ganhadora deste ano a Gafisa (no ano de 2010, a vencedora havia sido a mineira MRV).
 
Clique nas fotos para conhecer quais são as dez maiores construtoras em metros quadrados construídos, segundo o ranking.



Empreendimento da Gafisa, em São Paulo


1º lugar: Gafisa

Total de obras: 296

Área Total construída: 7,118 milhões de metros quadrados

A construtora Gafisa, que recentemente negou a oferta de compra do fundo pela GP Investimentos e Equity Internacional, foi a que mais construiu, segundo o ranking. A companhia também foi vencedora da categoria "Residencial São Paulo", sendo a construtora com o maior número de metros quadrados construidos no estado de São Paulo.

“Comemoramos, em 2011, o maior volume de entregas da nossa história, com mais de 23 mil unidades das nossas três marcas – Gafisa, Tenda e AlphaVille - em todo o País. Sem dúvidas, um mérito do nosso comprometido time de obras”, diz Duílio Calciolari, CEO do Grupo Gafisa.


Construtora MRV


2º lugar: MRV

Total de obras: 448

Área Total construída: 6,171 milhões de metros quadrados

A construtora mineira MRV, que liderou o ranking de 2010, ficou em segundo lugar em 2011 – liderou em número de obras realizadas, mas construiu menos em metros quadrados que a concorrente Gafisa.

Principal parceira da Caixa Econômica Federal no programa Minha Casa, Minha Vida, a MRV atingiu 4,322 bilhões de reais em vendas contratadas em 2011. Para 2012, a companhia conta com crescimento e anunciou a meta de vendas entre R$ 4,5 bilhões e R$ 5,5 bilhões, com margem Ebitda de 24% a 28%.


Cyrela, edifício Nova América


3º lugar: Cyrela

Total de obras: 113

Área Total construída: 4,900 milhões de metros quadrados

A incorporadora Cyrela Brazil Realty fez lançamentos de 7,9 bilhões de reais em 2011, o equivalente a 104% do piso da faixa estimada pela companhia para o ano. As vendas contratadas totais foram de 6,5 bilhões de reais no ano passado e de 2,4 bilhões de reais de outubro a dezembro.

Depois de reduzir o número de lançamentos no ano passado, e também de parceiros que cuidavam de obras, especialmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país, a construtora e incorporadora prevê vendas na faixa entre 6,9 bilhões e 8 bilhões de reais em 2012, contra meta anterior de 8 bilhões a 8,9 bilhões de reais.


Brookfield cresce 46,9% no terceiro trimestre


4º lugar: Brookfield

Total de obras: 119

Área Total construída: 4,855 milhões de metros quadrados

O quarto lugar é ocupado no ranking pela construtora Brookfield, com uma área total construída de 4.855.149,33 metros quadrados, segundo o ITC. Assim como a Cyrela, a companhia reduziu a estimativa de lançamentos para 2011, em meados do ano, de entre 4,75 bilhões de reais e 5,25 bilhões de reais para o intervalo de 4 bilhões de reais a 4,2 bilhões de reais no período. Para este 2012, a estimativa é de a companhia lançar entre 4 bilhões de reais a 4,4 bilhões de reais.


Condomínio da PDG Realty


5º lugar: PDG

Total de obras: 219

Área Total construída: 3,793 milhões de metros quadrados

A construtora PDG previa que os lançamentos ficassem entre 9 e 10 bilhões de reais no ano passado e, até dezembro de 2011, lançou 9,008 bilhões de reais em imóveis no ano passado. O resultado é 28,6% maior que os 7,005 bilhões de reais lançados em 2010. Já em relação às vendas, a PDG somou 7,481 bilhões de reais no ano – uma cifra 14,7% maior que a de 2010.

Para 2012, a construtora foi uma das poucas a divulgar o guidance do ano, estipulado entre 9,0 bilhões e 11 bilhões de reais de volume geral de vendas. Divulgar a meta de lançamentos é um dos motivos que levou a empresa a ser apontada como queridinha dos analistas, apesar de seus tropeços.


Rodobens no interior paulista



6º lugar: Rodobens

Total de obras: 188

Área Total construída: 3,613 milhões de metros quadrados

Focada na venda de imóveis de baixa renda, a Rodobens ocupa o sexto lugar no ranking do ITC, ao mesmo em que apresenta alguns dos piores resultados de sua história na bolsa. Em 2011, as ações ordinárias da Rodobens registram uma desvalorização de 33%, enquanto o índice que mede o desempenho do setor imobiliário na bolsa, o IMOB, cai 22%.

Um dos principais pontos a serem tratados pela companhia durante este ano, assim como no ano passado, é a redução do endividamento. Os esforços nesse sentido fizeram com que a Rodobens reduzisse os lançamentos, buscando ajustar o ritmo de obras aos valores contratados, além de outras medidas citadas pela companhia.


Even cresce 51,3% no trimestre


7º lugar: Even

Total de obras: 88

Área Total construída: 2,926 milhões de metros quadrados

No sétimo lugar, a construtora Even aparece com o total de 88 obras concluídas em um total de 2,926 milhões de metros quadrados construídos em 2011. No ano passado, a empresa figurou também como uma das mais lucrativas das Américas em 2010, segundo a Economática, com ganhos de 151,5 milhões de dólares.


Direcional Engenharia



8º lugar: Direcional

Total de obras: 88

Área Total construída: 2,926 milhões de metros quadrados

Fundada em 1981, a Direcional Engenharia entrou no mercado imobiliário de baixa renda em 2006 e hoje é uma das principais incorporadoras a atuar no segmento popular - apesar de contar com projetos também para a classe média e média-alta.

A companhia encerrou 2011 com um crescimento de 19% nas vendas contratadas, alcançando 1,234 bilhão de reais. Já o volume de lançamentos alcançou 1,447 bilhão de reais, resultado 35,7% maior que o de 2010. Terminou o ano ocupando o oitavo lugar do ranking do ITC.


Plaege Empreendimentos



9º lugar: Plaenge

Total de obras: 178

Área Total construída: 1,947 milhões de metros quadrados

A construtora paranaense Plaenge Empreendimentos ficou com o oitavo lugar no ranking do ITC de 2011, com 178 obras sendo feitas no período e exatos 1.947.524,29 metros quadrados construídos – resultado à frente de outras construtoras tradicionais no setor, como Rossi, Tecnisa e WTorre.


Roberto Carlos



10º lugar: Toledo Ferrari

Total de obras: 30

Área Total construída: 1,643 milhões de metros quadrados

O que o décimo lugar da lista do ITC e o cantor Roberto Carlos tem em comum? Fácil responder se você se lembrar da estreia do cantor Roberto Carlos no ramo da construção civil, em sociedade com seu empresário, Dody Sirena, e com o investidor Ubirajara Guimarães, fechada em 2010. Na época, o cantor abriu a Emoções Incorporadora para construir, em parceria com a Toledo Ferrari Construtora e Incorporadora e a AAM Incorporadora, um edifício no bairro paulistano do Itaim Bibi, com apartamentos residenciais e unidades de escritório para classe AAA.

Além da Emoções Empreendimentos, a companhia investe em parcerias com Camargo Correa, Helbor e Setin Empreendimentos, entre outras empresas, para a construção de empreendimentos comerciais e residências de médio e alto padrão, que totalizam um VGV (Valor Geral de Vendas) superior a 8 bilhões de reais.


Fonte: Tatiana Vaz, de 
















STJ aceita liminar, e MRV sai de lista de trabalho escravo.

Para Superior Tribunal de Justiça, a inclusão da empresa não teria seguido “liturgia imposta” pela lei.


Equipe da MRV em ação
Equipe da MRV: empresa conseguiu na Justiça a retirada do seu nome da "lista suja" do trabalho escravo; inclusão fora apontada em agosto.


A construtora MRV conseguiu na Justiça o direito de sair da "lista suja" do trabalho escravo. A Prime Incorporações e Construções, que atua no centro-oeste e é parceira da MRV, também será retirada do cadastro, seguindo a mesma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
As empresas alegaram que a inclusão não teria sido precedida de nenhum ato administrativo e, por isso, seria ilegal. Disseram ainda que as consequências de terem os nomes apontados seriam "de ordem moral e material" e poderiam, inclusive, acarretar o encerramento de seus negócios.

O ministro Benedito Gonçalves, do STJ, acatou a liminar pedida pelas companhias, sustentando que, em análise preliminar, a entrada na lista não teria seguido a "liturgia imposta" pela lei que regula os processos administrativos no nível federal. Gonçalves ressaltou, contudo, que a decisão não implica prejulgamento em relação ao mérito da questão.

Criado pelo governo em 2004 para coibir a contratação de mão de obra ilegal, o cadastro do trabalho escravo funciona como um SPC para os consumidores que não pagam as contas em dia: com o nome sujo na praça, não é possível obter financiamento junto a bancos públicos.

Mercado

Na atualização semestral da lista, publicada no começo de agosto, a MRV apareceu entre os 398 nomes indicados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Em dois dias, as ações da companhia mergulharam 9,4%. Nesse meio tempo, a Caixa Econômica Federal também suspendeu a concessão de novos financiamentos à empresa, que é uma das principais parceiras da Caixa e a maior repassadora de recursos do programa "Minha Casa, Minha Vida".

Segundo o governo, as irregularidades teriam sido identificadas em duas obras da MRV: na construção do empreendimento Residencial Parque Borghesi, em Bauru (SP), e no Condomínio Residencial Beach Park, em Americana (SP). Depois de entrar na lista suja, a companhia pagou verba rescisória de quase 230.000 reais para os 68 trabalhadores encontrados em condições precárias nesses locais, além de uma multa de valor não revelado.

Em comunicado à imprensa, a MRV afirmou na época que os valores, princípios e missão do grupo seriam incompatíveis com "essas práticas trabalhistas irregulares às quais se refere o cadastro”, e que a companhia já estaria tomando medidas cabíveis para promover a exclusão do seu nome da lista.


Fonte: Marcela Ayres, de