segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Imóveis em áreas verdes estimulam comprador a pagar mais.

Buscando qualidade de vida, as pessoas estão dispostas a pagar mais caro para morar em áreas arborizadas.


Rua residenciam em uma vizinhança com diversas árvores
Estudo da multinacional sueca Husqvarna constatou que as pessoas preferem morar em regiões arborizadas.

A vida agitada, vivenciada principalmente por aqueles que residem em grandes centros urbanos, é um fator que dificulta o contato das pessoas com a natureza. A falta de tempo para visitar um parque ou jardim botânico acaba diminuindo o convívio com as áreas verdes, que são tão favoráveis para o bem estar físico e mental.

Um estudo da multinacional sueca Husqvarna, divulgado através do Global Garden Report, constatou que as pessoas preferem morar em regiões arborizadas, buscando mais qualidade de vida. A pesquisa foi realizada com mais de 3.500 pessoas de sete países, entre moradores e especialistas.

Revelou-se que 63% dos entrevistados estavam dispostos a pagar mais por um apartamento ou casa se ele fosse localizado em uma região com boas áreas verdes, em comparação, por exemplo, aos 34% dispostos a investir em áreas onde se possa fazer boas compras e aos 33% dos entrevistados que preferem áreas com boa programação cultural.

Segundo Graziela Lourensoni, Gerente de Marketing e Produtos da Husqvarna, a aposta em áreas verdes é uma tendência mundial, além de um ótimo investimento. “Manter ambientes verdes, dentro e fora de casa, enriquecem o imóvel tornando-o mais atraente ao comprador. Este mesmo estudo, realizado no ano passado, apontou que a residência com um jardim bem cuidado, seja ele amplo ou até mesmo vertical, valoriza o imóvel em até 16%”, destaca.


Fonte: Imovelweb

O que fazer quando o seu imóvel encalha.

Como rever seus métodos quando seu imóvel não encontra um locatário ou comprador.

Imóvel disponível para locação, com placa de "aluga-se"
Placas são boas para a divulgação, mas nem sempre atraem interessados do perfil correto.

A placa de “aluga-se” ou “vende-se” já está lá há meses, mas nada de o imóvel encontrar um locatário ou comprador. Uma casa ou apartamento encalhado pode até ser indicativo de um mercado mais difícil ou de um imóvel problemático, mas como no mercado se acredita que tudo é vendável pelo preço certo, o mais provável é que esteja na hora de o proprietário rever sua estratégia. O preço pedido é alto demais? Ou será que você está sendo intransigente ao negociar com os interessados?

Em geral, quem procura anunciar seu imóvel por meio de uma boa consultoria imobiliária já encontra auxílio profissional para adequar os anúncios, o preço e a estratégia ao público do imóvel. Mesmo assim, cabe rediscutir a tática ou mudar de comportamento na hora de negociar se mesmo assim o imóvel não encontrar alguém para fechar negócio. Veja a seguir o que fazer se o seu imóvel encalhar em cada caso: venda e locação.

Venda

Segundo Roseli Hernandes, diretora comercial da Lello Imóveis, bons imóveis levam de três a seis meses para serem vendidos. A menos que estejam abaixo do preço de mercado – nesses casos, provavelmente a venda será imediata. Proprietários de imóveis anunciados há mais de um ano já devem rever sua estratégia.

1. Foque a divulgação na internet.

Para Roseli Hernandes, a melhor forma de divulgação hoje em dia é a internet, pois é a que atinge o público mais selecionado. Quem busca por imóveis em sites de classificados já define seus parâmetros para procurar exatamente o que deseja, vê antes as fotos e já conhece as condições da venda. Anúncios com foto são preferidos.

2. Anúncios em jornais são caros e pouco efetivos. 

“As imobiliárias até colocam anúncio no jornal para marcar presença no mercado, mas é uma mídia cara e com resultado insignificante para atrair potenciais compradores”, diz Roseli.

3. Placas são boas formas de divulgação. 

A placa em frente ao imóvel atrai compradores em potencial menos prováveis e pessoas que já buscam imóvel naquela região. Porém, seu uso é mais seguro quando o proprietário usa os serviços de uma imobiliária e pode colocar nas placas o telefone do corretor. Se puser seu próprio contato, além de se expor, o vendedor terá de atender o telefone continuamente para pessoas que buscam um imóvel totalmente diferente, corretores, pessoas mal intencionadas e até trotes.

4. Deixe apenas uma placa. 

Quem usa os serviços de mais de uma imobiliária para estimular a competição entre os corretores pode acabar com o tiro saindo pela culatra. Várias placas de empresas diferentes em frente a um mesmo imóvel podem denotar para os possíveis interessados que o imóvel está encalhado porque tem algum problema.

5. Deixe o imóvel em bom estado. 

Não deixe o imóvel com aspecto de abandonado. Ele deve parecer habitável, com jardim limpo, se for o caso, fachada sem pichação, interior bem cuidado e sem sinais de mofo ou infiltração. Deixe o interior bastante neutro, retirando qualquer sinal religioso, de time de futebol ou qualquer outra preferência que possa afastar algum grupo de compradores em potencial. Procure também pintar o interior com uma cor clara e neutra: uma sala de paredes roxas pode ser polêmica.

6. Reveja o preço pedido. 

Se o preço estiver muito mais alto do que o valor médio da região, seu imóvel não vai sequer aparecer nas buscas pela internet dos compradores em potencial.

7. Seja flexível nas condições de pagamento. 

Se você só aceita pagamento à vista, considere aceitar um parcelamento, por exemplo.

8. Considere contratar uma imobiliária para melhorar sua estratégia de divulgação. 

Se arcar com o ônus da divulgação por sua conta não está dando certo, lembre-se de que imobiliárias podem conseguir uma divulgação mais efetiva, até mesmo por meio de anúncios pagos na internet, que sairiam muito caros para a pessoa física independente. Lembre-se de que a imobiliária apenas será paga quando o imóvel for vendido, por meio da comissão.

Locação

Segundo Roseli Hernandes, uma boa propriedade, em boas condições, é alugada em até três meses. “Alugamos cerca de 30% dos nossos imóveis no mesmo mês do anúncio”, diz a diretora da Lello. Os imóveis que encontram locatário mais rapidamente são os residenciais menores, de um ou dois quartos. Os de alto padrão levam até seis meses para alugar. Já para os comerciais, o tempo varia muito, diz ela.

1. Valorize a divulgação pela internet. 

Procure divulgar todos os detalhes sobre o imóvel em sites especializados, com fotos, valor do IPTU, descrição, número de vagas e localização, bem como o preço correto de mercado, para que ele apareça bem nas buscas. Continuam valendo as regras do jornal e das placas do item anterior (números 2, 3 e 4).

2. Seja flexível para negociar valores e condições. 

Todo locatário gosta de negociar o valor do aluguel, e pode ser que os candidatos a inquilino também desejem negociar, por exemplo, uma reforma ou um reparo antes de fechar negócio. Leve isso em consideração.

3. Considere aceitar outros tipos de garantia. 

Uma imobiliária que só aceite fiador com imóvel na cidade pode não ser a melhor opção para quem quer acelerar a locação do seu imóvel. Aceitar seguro-fiança ou fiadores com imóveis em outra cidade aumentará suas chances de conseguir um locatário, mas é preciso verificar se a imobiliária escolhida aceita esse tipo de coisa. “Às vezes a imobiliária não tem estrutura para administrar essas outras formas de fiança”, explica Roseli Hernandes.



Fonte: Exame.com

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Prédios de luxo no ABC paulista têm solo contaminado.

Condomínios da construtora Gafisa têm o solo e a água contaminados por metais pesados.

Obra da Gafisa
Obra da Gafisa em São Paulo: construtora tem problemas em dois condomínios no ABC Paulista.


São Paulo - Dois condomínios de luxo entregues recentemente pela construtora Gafisa, em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, têm o solo e a água contaminados por metais pesados, segundo a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Os moradores do Nova Petrópolis Prime Life e do Mansão Imperial, cujos apartamentos são avaliados em R$ 1 milhão, em média, não sabiam de nada até fevereiro - os prédios ficaram prontos, respectivamente, em julho e dezembro do ano passado, e tiveram quase todas as unidades vendidas.

O terreno, entre as Avenidas Pery Ronchetti e Wallace Simonsen, delimitado pelas Ruas Princesa Maria Amélia e Princesa Francisca, no bairro de Nova Petrópolis, é de uma antiga área industrial da Companhia Brasileira de Plástico Monsanto. Lá foram construídas cinco torres de mais de 20 andares cada, divididas em dois condomínios com cerca de 500 apartamentos.

Dois laudos técnicos já foram feitos e um terceiro está em fase de elaboração. Não há ainda um estudo conclusivo sobre os detalhes da contaminação, mas a Cetesb diz que, em princípio, não há risco à saúde dos moradores ou de explosão.

Foi constatado, porém, que a água do lençol freático embaixo da área onde foram construídos os condomínios é considerada imprópria para uso, mas ela jamais foi usada pelos moradores, pois não há poço artesiano em nenhum dos prédios.

Desvalorização

O imbróglio começou em fevereiro, quando os proprietários receberam uma notificação da Cetesb e da Gafisa de que o aviso sobre a contaminação passaria a constar na matrícula do imóvel.

"O problema é a desvalorização. A partir do momento em que consta que ele é contaminado, ficamos com medo do prejuízo", diz o gerente de sistemas Roberto Portela, de 44 anos, morador e síndico do Mansão Imperial. Ninguém no Condomínio Nova Petrópolis Prime Life quis falar sobre o caso.

A Cetesb disse que ficou sabendo da construção dos condomínios em setembro de 2008 e exigiu esclarecimentos da Gafisa. A construtora afirmava que todo o solo contaminado por metais havia sido removido durante as escavações, mas a Cetesb considerou as explicações "insuficientes" e pediu novo estudo da área.

Em maio de 2010 e em fevereiro de 2011, a construtora apresentou então à companhia dois relatórios apontando a contaminação do solo e da água subterrânea por metais.
A Gafisa diz que recebeu "carta branca" da Cetesb em fevereiro deste ano, quando a companhia informou que as medidas adotadas pela construtora eram suficientes "para garantir o uso residencial" e não haveria qualquer risco à saúde dos moradores. Também afirma que só então passou a informar os clientes sobre os questionamentos do órgão e o andamento do processo.

"Muitos moradores entraram com processo judicial contra a Gafisa e nosso advogado entrou com uma representação no Ministério Público", disse o advogado Rodrigo Kawamura, morador do Mansão Imperial.


Fonte: Nataly Costa, da 

Gafisa reverte prejuízo com lucro de R$ 1 mi no 2º tri.

Empresa reverteu o resultado negativo de R$ 31,8 milhões no mesmo período do ano passado.

Gafisa
Gafisa: o Ebitda teve um salto de 92%


Rio de Janeiro - A Gafisa fechou o segundo trimestre com lucro líquido de 1 milhão de reais, revertendo resultado negativo de 31,8 milhões de reais no mesmo período do ano passado, anunciou a companhia nesta sexta-feira.
Dos cinco analistas que a Reuters tinha ouvido, quatro previam prejuízo de 21,3 milhões de reais e um estimava lucro de 16 milhões de reais.

O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização), em termos ajustados, teve um salto de 92 por cento na mesma base de comparação, para 148,7 milhões de reais.

Já a receita líquida aumentou 6 por cento entre o segundo trimestre de 2011 e o de 2012, para 1,04 bilhão de reais. A estimativa média de previsões dos analistas indicavam receita de 925,2 milhões e Ebitda de 98,1 milhões de reais.

A Gafisa entregou 34 projetos, em um total de 6.032 unidades, aumento de 38 por cento ante as 4.359 unidades entregues ao longo do segundo trimestre do ano passado. A estimativa de entregas para o ano é de 24 mil unidades.

As vendas contratadas consolidadas no segundo trimestre somaram 630,3 milhões de reais, crescimento de 54 por cento sobre os três primeiros meses do ano e queda de 45 por cento na comparação com o mesmo período de 2011.


Fonte: Diogo Ferreira Gomes, da 


Gafisa põe Tenda na geladeira, enquanto arruma a casa.

Marca de baixa renda da Gafisa rende perdas de 12,4 milhões de reais no segundo trimestre.



Obra da Gafisa
Obra da Gafisa: lucro de 1 milhão de reais no segundo trimestre de 2012.


São Paulo - Com obras voltadas para a baixa renda, a Tenda prometia ser um tíquete dourado para a Gafisa entrar em um mercado que fazia brilhar os olhos da concorrência – o da emergente classe C. A compra foi fechada em 2008, mas o negócio acabou se revelando um problema dos grandes para a empresa: revisão no preço das obras, multas por atraso e inadimplência entre os clientes fizeram a Gafisa se tornar a companhia brasileira com maior prejuízo no ano passado, com perdas de quase 1 bilhão de reais.

Em processo de reestruturação, a empresa luta para reverter os números negativos. Congelar o crescimento da Tenda vem sendo uma de suas principais tarefas desde então. No primeiro semestre do ano, a Gafisa repassou o financiamento de 6.400 unidades da Tenda para instituições financeiras. A meta é chegar a 14.000 até o fim do ano.

Ao contrário do que acontecia no passado, os novos negócios só são fechados quando os futuros mutuários podem ser imediatamente transferidos para a Caixa Econômica Federal. Com a estratégia, a empresa espera evitar o cancelamento de vendas por conta dos não pagadores.

O ritmo dos novos negócios também diminuiu - e muito. De janeiro até agora, nenhum empreendimento com a marca chegou ao mercado. A Gafisa espera que os lançamentos da Tenda fiquem entre 270 milhões e 330 milhões de reais no ano, representando cerca de 10% do que a empresa quer lançar em 2012. Os outros 90% devem ser divididos entre as marcas Gafisa e Alphaville, com 50% e 40% de participação, respectivamente.

Corretivo

A figura era outra há exatos três anos, quando a companhia esperava que a Tenda respondesse, sozinha, por metade dos seus lançamentos, então estimados em 3,2 bilhões de reais.
Em teleconferência a analistas nesta sexta, o presidente da Gafisa, Duílio Calciolari, afirmou que o menor volume "reflete a desaceleração deliberada dos lançamentos de Tenda, como resultado da nossa estratégia corretiva e o foco mais direcionado para Gafisa."
Se a gestão pisou no freio, as vendas da Tenda continuam aquecidas. Impulsionadas pelo Feirão da Caixa, elas chegaram a 344,8 milhões de reais no segundo trimestre, aumento de 38% em relação aos três primeiros meses do ano. É verdade que os cancelamentos de contrato continuam altos. Entre abril e junho, chegaram a 329,1 milhões. Mas, das 6.235 unidades que foram distratadas do começo do ano até agora, 4.957 voltaram ao estoque e 62% já foram revendidas.

A Gafisa ainda espera ganhar com a procura. Em entrevista à EXAME.com em junho, Duílio afirmou que a Tenda tem mercado e marca e, por isso, não haveria intenção de abandonar o negócio. Por enquanto, as operações da divisão seguem dando prejuízo. No segundo trimestre, a perda da Tenda foi de 12,4 milhões de reais.

Com a incorporadora de baixa renda na geladeira, no entanto, a companhia colhe os primeiros resultados da faxina tocada no restante da casa. Depois de uma avalanche de números negativos, a Gafisa gerou 231 milhões de reais de caixa no segundo trimestre, também embalada pela venda de terrenos não estratégicos, pela securitização de recebíveis e pelo aumento das unidades entregues.

A receita líquida subiu 6%, para 1 bilhão de reais, e o lucro líquido foi de 1 milhão, surpreendendo positivamente o mercado e revertendo prejuízo de 31,8 milhões registrado em igual período do ano passado. Depois de ter eleito a desalavancagem do caixa como uma de suas principais metas, a Gafisa também viu sua relação entre dívida e patrimônio líquido cair 10 pontos percentuais, chegando 112% no fim de junho. 



Fonte: Exame.com

Caucaia espera receber estaleiro de R$ 100 mi.

A expectativa é que o equipamento fabrique navios de médio porte e tenha as obras iniciadas ainda neste ano.

O Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp) deverá receber, nos próximos meses, um estaleiro, fruto de negociações com um grupo italiano interessado em fabricar embarcações de médio porte no Ceará. O empreendimento deverá ser instalado no município de Caucaia, em uma área de dez hectares - o equivalente a 100 mil metros quadrados - localizada próxima à foz do Rio Cauípe.


O estaleiro, de médio porte, está previsto para ser instalado no Complexo do Industrial do Pecém (Cipp), em uma área de dez hectares localizada próximo à foz do Rio Cauípe, em Caucaia.

A previsão da Prefeitura de Caucaia é que o empreendimento tenha construção iniciada ainda neste ano. Nessa etapa, informa o secretário de Desenvolvimento Econômico do município, Antônio Vieira, deverão ser gerados mais de mil empregos. Já na fase de operação, afirma, o estaleiro irá demandar 400 empregos diretos.

Conforme explica Vieira, o equipamento irá fabricar navios de médio porte, voltados para pesca e para transporte. No primeiro ano de operação, acrescenta, serão produzidas quatro embarcações. O investimento total previsto para a instalação do estaleiro é de R$ 100 milhões.

Negociações

Segundo Vieira, as negociações com o grupo italiano tiveram início no último mês, quando os investidores apresentaram o projeto de instalação do estaleiro. "Foi uma negociação rápida", comenta. A área onde o equipamento será construído, complementa, já foi adquirida pelo grupo, estando pendente, neste momento, o licenciamento ambiental para a construção.

O secretário preferiu não revelar ainda o nome do investidor italiano, o qual deverá ser anunciado na próxima semana, em entrevista coletiva, quando também serão apresentadas mais informações sobre o projeto.

Os incentivos fiscais oferecidos ao empreendimento, informa, já foram definidos pelo Município. Entre eles, está a isenção de até 90% do Imposto Predial Territorial urbano (IPTU) por um período de 11 anos. Nos próximos meses, acrescenta Antônio Vieira, será realizado o processo de licenciamento ambiental do empreendimento. O primeiro documento que deverá ser emitido nesse processo é a Licença Prévia, que analisa a concepção e localização do projeto.

Pedido ainda não foi feito

Segundo a assessoria de comunicação da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), ainda não foi feito nenhum pedido para emissão de Licença Prévia para a construção de um estaleiro em Caucaia.

De acordo com o titular da Agência de Desenvolvimento do Econômico do Ceará (Adece), Roberto Smith, a agência não tem conhecimento nem recebeu nenhuma solicitação sobre a instalação do estaleiro no Complexo Industrial e Portuário.

Procedimento

Conforme Smith, antes de um empreendimento ser instalado na área do Cipp, é preciso que seja analisado se o projeto se enquadra no plano diretor do complexo industrial - o que, até agora, não foi solicitado à Adece.

Empregos

400 ocupações serão geradas durante a operação do equipamento, em Caucaia. A estimativa é que mais de mil vagas sejam criadas só na construção do empreendimento

FIQUE POR DENTRO

Equipamento foi alvo de polêmica na Capital

Em 2010, a construção de um estaleiro em Fortaleza foi um dos temas que mais mobilizou debates na Câmara Municipal, na Assembleia Legislativa e em entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-CE). Enquanto o governador Cid Gomes defendia o empreendimento, cuja área de instalação seria a Praia do Titanzinho, a prefeita Luizianne Lins se posicionava contrária, o que gerou um impasse político entre os dois gestores. Em maio daquele ano, Luizianne chegou a admitir a implantação do empreendimento, denominado Promar Ceará, na Capital, mas recuou após visitar o Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco, e conferir o Estudo das Alternativas de Localização em praias no Estado. A prefeita pediu o apoio de Lula, que ficou ao seu lado.

A divergência entre governo do Estado e Prefeitura de Fortaleza tinha reflexo na população, a qual também apresentava opiniões distintas sobre o empreendimento, diante da promessa de criação de uma média de 1.500 empregos e dos impactos ambientais que deveriam ser gerados tanto na construção quanto na etapa de operação. A indefinição quanto à instalação ou não do equipamento durou quase um ano e só foi finalizada em junho de 2010, quando Luizianne Lins anunciou que vetaria o aterro da área do Titanzinho prevista para a construção.


Fonte: Diário do Nordeste.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Como preparar o imóvel para vender ou alugar.

Saiba quais são as mudanças fáceis e baratas que deixam o imóvel atraente para fechar um bom negócio.


Corretor de imóveis
Saiba quais são as mudanças fáceis e baratas que deixam o imóvel atraente para fechar um bom negócio.


Vender ou alugar um imóvel é uma decisão que envolve buscar a melhor rentabilidade para o investimento feito naquele bem. Para que isso seja alcançado, é necessário que o imóvel seja atraente para o mercado. Isso não significa, necessariamente, grandes reformas. Às vezes, pequenos reparos em locais estratégicos modificam completamente a apresentação visual e, consequentemente, a avaliação que o interessado fará, favorecendo o fechamento de um bom negócio.

“É fundamental estar atento aos detalhes para causar boa impressão na visita. Limpeza e pintura, por exemplo, são alguns dos critérios que podem ser determinantes no desempate para a escolha na comparação com outros imóveis”, alerta Tiago Seltenreich, gerente comercial de locações da Guarida Imóveis.

Confira a seguir os pontos que devem ser levados em conta:

1 Reparos importantes                                                                                                                         

O primeiro passo é dar atenção aos reparos menores, como a troca de azulejos quebrados, o conserto de vazamentos, rachaduras e furos nas paredes ou forros e a substituição de maçanetas e tomadas com defeito. Se forem identificados mofo, umidade ou entupimentos, também é necessário tirá-los.

2 Mantenha o imóvel limpo e organizado                                                                                          

É importante tornar o imóvel acolhedor, para que os visitantes se sintam em casa. Deixe-o sempre limpo e perfumado, sem odores desagradáveis, como de animais domésticos, fritura, mofo e cigarro.

3 Uma boa pintura faz a diferença                                                                                                      

Se a pintura do imóvel estiver manchada ou em cores fortes e chamativas, pinte novamente em tons neutros, como bege, gelo ou branco. Eles transmitem sensação de limpeza e dão a impressão de que os ambientes são maiores.

4 Cuidado com móveis e objetos pessoais                                                                                       

Se você ainda estiver morando no imóvel enquanto tenta negociá-lo, deixe a decoração o mais neutra possível. Os objetos muito pessoais, que se relacionem à sua personalidade, também devem retirados.

Ao desocupar o imóvel, deixe apenas o que for essencial para o futuro morador ou então deixe o imóvel vazio. No caso do aluguel, o apartamento mobiliado é ideal para quem pretende permanecer um tempo curto no local e não quer se preocupar com o transporte ou a compra dos móveis.

5 Instalações elétricas e hidráulicas                                                                                                  

Em relação às reformas estruturais, como aquelas feitas na parte elétrica ou hidráulica, o reparo ou modernização ajuda a valorizar o imóvel. Mas, antes de gastar tempo e dinheiro nesses reparos, verifique se a falta irá prejudicar o negócio. No caso da venda, por exemplo, a sugestão é deixar claro para o comprador que esses ajustes serão necessários após a compra.


Fonte: Imovelweb