sexta-feira, 27 de abril de 2012

5 dúvidas sobre financiamento imobiliário.

Especialista esclarece as maiores questões para que você possa dar entrada no financiamento sem problemas.


Corretor de imóveis
"Financiamento bancário, além da "ficha limpa", é exigido comprovação de rendimento adequado ao valor do crédito".


Uma das formas mais comuns de se adquirir a tão sonhada casa própria é através do financiamento. O mercado oferece algumas formas para obter esse empréstimo, seja direto com a construtora ou no banco. Se você está prestes a bater o martelo, fique atento às dicas do assessor jurídico da AMSPA (Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências), João Bosco Brito. Ele explica regras, prazos e documentação necessária para você não ter problemas no negócio.


1 Quais são as exigências para conseguir um financiamento imobiliário?

João Bosco Brito – Se você vai comprar um imóvel na planta ou em construção, direto com a construtora, precisará apresentar apenas documentos de identidade e CPF. Não há exigência de "ficha limpa". Já no financiamento bancário, além da "ficha limpa", é exigido comprovação de rendimento adequado ao valor do crédito (valor da prestação não pode ultrapassar 30% do valor da renda líquida). Também é necessário apresentar certidão de nascimento ou casamento, certidões de protestos, distribuidor judicial, imposto de renda e comprovante de residência.


2 Quanto tempo demora para sair o crédito?

Brito – Direto com a construtora, imediatamente. Em financeiras, 30 dias para aprovar o crédito e até 180 dias para liberar o dinheiro.


3 Em quantas vezes pode-se financiar um imóvel?

Brito – Em planos governamentais, como no Minha Casa, Minha Vida, o imóvel pode ser financiado em até 360 meses. Outros negócios, pelo Sistema Financeiro da Habitação, até 240 meses. Em planos privados, como o Sistema Financeiro Imobiliário, o critério é da construtora. Em geral, até 120 meses.


4 Qual o problema principal que inviabiliza um financiamento?

Brito – No financiamento direto com a construtora, quando é emitido o contrato, as cláusulas chamadas "abusivas” deixam o comprador desmotivado para o negócio, pois favorecem a construtora com cobrança de taxas, comissão do corretor por fora, juros indevidos, correções ilegais, incorporação não registrada etc. Nos planos oficiais e financiamentos bancários, a falta de cadastro limpo ou de renda mínima necessária são os maiores empecilhos.


5 A Caixa é mesmo a melhor opção para financiamento? Por quê?

Brito – É a melhor opção para as pessoas da classe média baixa ou de baixa renda, que podem comprar pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Porém, famílias da classe média com renda maior e estabilidade de emprego, financiar direto com a construtora é a melhor opção. Já para quem não tem muita pressa no imóvel, a melhor opção é o consórcio.


Fonte:

As cidades com os imóveis novos mais caros de 2011.

Estudo da imobiliária Lopes mostra que, no ano passado, os bairros nobres concentraram os lançamentos imobiliários nas cidades com metro quadrado novo mais caro do país.

Barra da Tijuca: em 2011, grande parte dos lançamentos cariocas foram na Zona Oeste
 

Rio de fora

São Paulo – Em 2011 foram lançados 1.332 empreendimentos imobiliários residenciais nos principais mercados do Brasil, totalizando 168.552 unidades, com um preço mediano de 4.630 reais por metro quadrado. Os dados são do primeiro “Anuário do Mercado Brasileiro” preparado pela imobiliária Lopes, que considera lançamentos de todos os padrões ocorridos no ano passado nos 15 principais mercados imobiliários do país.

A seguir você vai ver as dez cidades com os lançamentos mais caros do país em 2011, com base no preço mediano do metro quadrado – valor que exclui o preço mais alto e o mais baixo da análise. Surpreendentemente, o Rio de Janeiro – onde se encontram alguns dos bairros mais caros do país – ficou de fora da lista, em 11º lugar, com um preço mediano de 4.660 reais por metro quadrado.

“Felizmente no Rio, no ano passado, houve o lançamento de muitos empreendimentos econômicos, em bairros mais centrais ou afastados”, diz Cristiane Crisci, diretora da área de inteligência de mercado da Lopes. Dos 73 lançamentos, muitos em bairros da Zona Oeste, como Freguesia, Campo Grande, Jacarepaguá, Barra e Recreio. Em contrapartida, na maioria das cidades a seguir, os lançamentos se concentraram em bairros nobres. Confira:


O Plano Piloto, em Brasília, é uma área cheia de restrições para a construção

1. Brasília, DF

O metro quadrado mediano mais caro do país entre os lançamentos de 2011 podia ser encontrado em Brasília, por 10.420 reais. A capital federal tem uma característica única, pois os novos empreendimentos no Plano Piloto estão sujeitos a uma série de restrições, devido ao fato de a cidade ser toda planejada. Assim, os terrenos são escassos e, como a renda da população é alta, o metro quadrado acaba ficando realmente muito caro.
“Agora foram liberados os lançamentos na zona noroeste, uma região nova que funciona como se fosse um grande terreno. Em 2011 houve 15 lançamentos nessa área, onde o metro quadrado é de cerca de 10.000 reais”, diz Cristiane Crisci, diretora da área de inteligência de mercado da Lopes. No total, foram lançados 19 empreendimentos em Brasília no ano passado, totalizando 1.773 apartamentos.


Vista aérea de Jurerê Internacional: Praia de Jurerê foi uma das áreas nobres que recebeu empreendimentos
  

2. Florianópolis, SC

Os oito empreendimentos lançados em Florianópolis, totalizando 846 unidades, concentraram-se nas áreas mais nobres da ilha, como a praia de Jurerê. Com isso, o preço mediano do metro quadrado foi jogado para cima, e ficou em 6.720 reais.


Prédios em construção na Ponta da Praia, em Santos
  

3. Santos, SP

O espaço limitado para construção em Santos aliou-se à concentração dos lançamentos em áreas nobres, próximos à praia, em especial na Ponta da Praia. Essa combinação de fatores fez com que o metro quadrado mediano dos lançamentos na cidade do litoral paulista fosse o terceiro mais caro de 2011, custando 6.390 reais. Foram lançadas 2.908 unidades distribuídas em 20 lançamentos.


Bairro do Morumbi, em São Paulo, onde foram lançados alguns dos empreendimentos de metro quadrado mais caro em 2011
  

4. São Paulo, SP

A cidade de São Paulo foi a campeã de lançamentos em 2011 de longe, com 291 empreendimentos, num total de 37.541 unidades. Houve lançamentos em todas as regiões da cidade, mas a maior concentração ficou nos bairros mais nobres das Zonas Sul e Oeste. Com isso, o preço do metro quadrado mediano ficou em 6.110 reais. Os preços mais altos se concentraram em bairros como Morumbi e Lapa. Também houve um bom número de lançamentos valorizados em bairros do Centro, como Bela Vista, Pari e Brás. “Essa região conta com muita infraestrutura, e o preço do metro quadrado chega a 7.000 ou 8.000 reais, com muitos apartamentos custando acima de 250.000 reais”, diz Cristiane Crisci, da Lopes.


Cidade de Águas Claras no DF
 

5. Águas Claras, DF

A presença de Águas Claras (DF) neste ranking é um reflexo do alto preço do metro quadrado em Brasília. Boa parte da população que não consegue morar na capital federal acaba optando pelas cidades-satélites. Além de Águas Claras, Ceilândia e Taguatinga também vem sendo verticalizadas recentemente. Em Águas Claras foram lançados 21 empreendimentos residenciais no ano passado, com um total de 4.643 apartamentos, e um preço mediano de 5.980 reais por metro quadrado. “Lá tudo é novo, como se fosse uma nova cidade nascendo”, observa Cristiane Crisci.

6. Curitiba, PR

A capital paranaense chegou a receber mais lançamentos que Porto Alegre no ano passado, totalizando 10.596 unidades residenciais distribuídas em 70 empreendimentos, muitos deles de apenas um quarto, tipo de imóvel que tem o metro quadrado “naturalmente” mais alto. “Lá os prédios podem ser mais altos que na capital gaúcha, então podem ser lançadas mais torres, com mais unidades. Na verdade, é um mercado desenvolvido, bem parecido com o de São Paulo”, diz a diretora da área de inteligência de mercado da Lopes.

Em Curitiba os lançamentos do ano passado também se concentraram em bairros nobres, como o Batel, Campo Comprido e Ecoville, o que deixou a cidade em sexto lugar entre as mais caras, com um metro quadrado mediano de 5.200 reais.


Campinas

7. Campinas, SP

O preço mediano do metro quadrado dos lançamentos em Campinas no ano passado foi de 5.040 reais. Foram 11 lançamentos na cidade do interior paulista, com 1.634 apartamentos no total. Não houve concentração em bairros mais nobres, havendo lançamentos de empreendimentos de todos os níveis.
 

8. Niterói, RJ

A cidade de Niterói já tem um mercado imobiliário de venda e revenda bastante desenvolvido, com preços semelhantes aos do Rio. Vizinha à capital, a cidade é lar de fluminenses com bom poder aquisitivo, muitos dos quais trabalham no Rio, mas decidiram se mudar para o outro lado da Baía de Guanabara. Com isso, o preço mediano do metro quadrado dos empreendimentos lançados no ano passado foi o oitavo mais caro do país, ficando em 5.020 reais. Foram 22 lançamentos, totalizando 1.924 apartamentos.


Montagem de como ficará o Espaço Cerâmica, bairro planejado de alto padrão de São Caetano do Sul (SP)

9. São Caetano do Sul, SP

São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, deixou de ser uma cidade dormitório e hoje atrai quem busca uma boa qualidade de vida no município de melhor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país. Alguns dos lançamentos ocorreram, por exemplo, no Espaço Cerâmica, bairro planejado de alto padrão, que vai concentrar moradia, trabalho e lazer. Lá também foi inaugurado recentemente o Park Shopping São Caetano. Ao todo, foram lançados 21 empreendimentos residenciais no ano passado, com 2.015 unidades e preço mediano de 4.930 reais por metro quadrado.


Belo Horizonte, Minas Gerais

10. Belo Horizonte, MG

O preço mediano do metro quadrado dos lançamentos em 2011 foi de 4.690 reais em Belo Horizonte, apenas 30 reais a mais do que o preço do Rio de Janeiro, que ficou de fora dos dez mais. Seus 62 lançamentos foram em número quase igual ao dos empreendimentos lançados na capital fluminense; porém, o total de 5.022 unidades representa pouco menos da metade do número de apartamentos lançados no Rio.

A explicação para a capital mineira ter ficado equiparada à cidade que tem alguns dos imóveis mais caros do país se deve ao fato de ser uma cidade planejada, com controles rígidos para a construção de novos empreendimentos. Outro motivo é a concentração dos lançamentos de 2011 numa região de alto padrão que vai do Centro até o município vizinho de Nova Lima.




Fonte: Julia Wiltgen, de


4 áreas metropolitanas concentram 40% da capacidade hoteleira do país.

Hotel Intercontinental de São Paulo
A região metropolitana de São Paulo, por exemplo, concentrava os maiores números de estabelecimentos (1.323 ou 17,7% do total), de unidades habitacionais (21% do total) e de capacidade total de hóspedes (146.381 ou 19,7% do total).



Rio de Janeiro - As regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador concentravam, em 2011, 40,6% da capacidade hoteleira do país, 46,3% das unidades habitacionais e 44,2% da capacidade total de hóspedes. Os dados fazem parte da Pesquisa de Serviços de Hospedagem 2011 - Municípios das Capitais, Regiões Metropolitanas das Capitais e Regiões Integradas de Desenvolvimento (PSH-2011) divulgada hoje (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O estudo buscou quantificar os estabelecimentos de hospedagem localizados nos municípios das capitais, regiões metropolitanas e integradas de desenvolvimento (Ride) para conhecer suas características e mensurar a capacidade de hospedagem, em termos de número de unidades habitacionais e leitos, para os diversos tipos e categorias de estabelecimentos.

A região metropolitana de São Paulo, por exemplo, concentrava os maiores números de estabelecimentos (1.323 ou 17,7% do total), de unidades habitacionais (21% do total) e de capacidade total de hóspedes (146.381 ou 19,7% do total).

Em seguida vem a região metropolitana do Rio de Janeiro, com 609 estabelecimentos (17,7% do total), 38.565 unidades habitacionais (11,8%); e uma capacidade de hospedar 83.130 pessoas (11,2%).
Ocupando a terceira posição, a região metropolitana de Belo Horizonte registrava, em 2011, 589 estabelecimentos (7,9% do total), 21.809 unidades habitacionais (6,7% do total) e capacidade total de 48.393 hóspedes (6,5% do total).

A região metropolitana de Salvador concentrava 516 estabelecimentos (6,9% do total), 21.591 unidades habitacionais (6,6% do total) e capacidade total de 50.158 hóspedes (6,8% do total).
A região do Distrito Federal e Entorno também se destacou com 5,3% do total dos estabelecimentos, 5,1% do total de unidades habitacionais e 5,2% da capacidade de hóspedes.

A Pesquisa de Serviços de Hospedagem 2011 constatou que 67,3% dos estabelecimentos de hospedagem e 76,4% das unidades habitacionais estavam concentrados nos municípios das capitais.



Fonte: Nielmar de Oliveira, da 

quinta-feira, 26 de abril de 2012

CEF oferece 430 mil imóveis em feirão que acontece em 13 cidades.

SÃO PAULO - A Caixa Econômica Federal vai promover a oitava edição do Feirão da Casa Própria, entre os dias 4 de maio e 10 de junho, em 13 cidades brasileiras.
Os moradores de Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e Brasília poderão comprar os imóveis no Feirão de 4 a 6 de maio. Entre os dias 18 e 20 do mesmo mês é a vez de Curitiba, Fortaleza e São Paulo. Ainda participam do evento as cidades de Uberlândia, Campinas, Porto Alegre, Belém e Florianópolis, conforme a tabela a seguir:


Calendário dos Feirões

Local       
Data

Feirão

Belo Horizonte - MG             04/05 até 06/05                 BH - Pavilhão 2 do Expominas
Recife - PE             04/05 até 06/05Centro de Convenções
Rio de Janeiro - RJ             04/05 até 06/05Rio Centro
Salvador - BA                            04/05 até 06/05Centro de Convenções
Brasília - DF             04/05 até 06/05Centro de Convenções Ulysses Guimarães
Curitiba - PR                           18/05 até 20/05Marumbi Expo Center
Fortaleza - CE            18/05 até 20/05Centro de Convenções
São Paulo - SP            18/05 até 20/05Centro de Exposições Imigrantes
Uberlândia - BH            25/05 até 27/05UB - Center Convention
Campinas - SP            25/05 até 27/05Shopping Iguatemi
Porto Alegre - RS            25/05 até 27/05Fiergs
Belém - PA            08/06 até 10/06Hangar Centro de Convivência da Amazônia
Florianópolis - SC            08/06 até 10/06Centro de Convenções

segunda-feira, 23 de abril de 2012

10 profissionais (muito) raros no Brasil.

Levantamento da consultoria EXEC mostra quais são os cargos em que mais faltam profissionais qualificados.


Cyrela, edifício Nova América

Construção: Gerentes e Diretores de Incorporação com foco na captação de terrenos.

A expansão do mercado imobiliário se, por um lado, tornou mais robustos os cofres das incorporadoras, por outro, tornou a disponibilidade de espaços para novas construções ainda mais diminuta.
Por isso, para encontrar esses locais é preciso um olhar clínico e muita experiência. Resultado? Faltam profissionais capazes de identificar esse tipo de área. “Os diretores de incorporação com foco em captação de terrenos têm uma visão ampla do mercado e são conectados para saber onde estão as áreas disponíveis”, afirma Altona.
Mas isso não é tudo. O profissional que atua neste tipo de cargo precisa ter um bom relacionamento com as prefeituras das cidades dos terrenos em questão e uma elevada capacidade de negociação.
“Tem que ter um perfil comercial, negociador. Tem que gostar de negócios. Normalmente, este profissional é criado e formado em uma incorporadora”, afirma o especialista.

Veja a matéria na íntegra no link: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/os-profissionais-raros-no-brasil?p=1#link.

Fonte: Talita Abrantes, de


domingo, 22 de abril de 2012

10 itens de decoração essenciais para a sua casa.

Confira quais são os itens obrigatórios que ajudam a compor a decoração e atribuem vida e alma à residência.



Toda casa precisa de acessórios. Alguns ganham mais destaque por sua beleza, enquanto outros estão na residência apenas por sua funcionalidade. Para escolher os acessórios certos, mais do que dinheiro, é preciso ter paciência e uma boa dose de criatividade. Paciência para pesquisar, analisar e decidir qual será a melhor opção para o ambiente, e criatividade para fugir do lugar comum.

Nessa tarefa, experiência também sempre ajuda, por isso, o Imovelweb consultou a arquiteta Andréa Parreira para selecionar os dez itens obrigatórios que ajudam a compor a decoração, atribuindo vida e alma à residência. Confira a lista abaixo e descubra o que está faltando para sua casa ficar ainda mais charmosa e bonita:

1- Cortinas
 
 
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Elas vestem os ambientes e têm restrição apenas na cozinha, por causa da gordura que podem acumular. Há variados tipos que se adéquam ao estilo e necessidades do morador.
 

 
2- Tapete


 
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Estão disponíveis em materiais variados, como sintético, lã, algodão e couro, e dão sofisticação ao espaço. A única observação é para a tonalidade. Os de listras e estampados precisam ser integrados aos demais itens presentes na casa.


3- Almofadas


 
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Desempenham a função de acomodar melhor as pessoas no sofá e, ao mesmo tempo, enfeitam o ambiente. Alguns modelos podem ganhar uma nova capa e, assim, renovar as cores da sala.

 
4- Abajur


 
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Garante uma iluminação indireta aconchegante e suave à sala, ao quarto ou a um cantinho reservado da casa. Na gama de opções, há os modelos clássicos, com cúpula em tecido, e os modernos, que têm design arrojado e, em geral, são de metal.

 
5- Mesa de centro


 
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Esse é um dos móveis com mais chances de inovação no design, já que pode variar no formato, cor, material. Uma regra para não errar na escolha do item, que funciona como apoio de alguns objetos, é manter o seu tamanho proporcional ao tamanho da sala.
 

 
6- Mesa lateral
 

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Serve de apoio para pequenos objetos como um telefone, abajur ou vaso decorativo. Isso pode trazer um toque especial para a decoração da sala de estar.


7- Vasos e plantas


 
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As plantas naturais, se dispostas em vasos adequados, alegram, perfumam e harmonizam a casa. Mas vale lembrar que cada tipo de planta exige cuidados para sobreviver. Outra opção é dispor vasos decorativos, mesmo sem plantas, sobre estantes, prateleiras ou mesinhas laterais. Essa ideia dá charme e ressalta as tonalidades da decoração do local.


8- Objetos decorativos


 
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Lembranças de viagens em família ou itens que traduzem a personalidade dos moradores são importantes para dar vida ao lar. Livros, quadros e peças de arte, por exemplo, se encaixam nessa categoria.
 

9- Porta-retrato


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Com a chegada da era digital, esses objetos acabaram esquecidos. No entanto, a foto é o registro de um momento agradável e usá-la para compor o espaço é essencial para dar vida e alma à casa.


10- Espelhos


 
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Famosos pela amplitude que proporcionam, esses itens também valorizam a casa. São bem-vindos em todos os ambientes, em uma pequena moldura ou para revestir uma parede, por exemplo.
 
 
Fonte: Casa e Cia.



Dicas de como "garimpar" artigos de decoração no supermercado.