quarta-feira, 15 de maio de 2013

Hotel Ibis com inauguração prevista para 2015.

A rede hoteleira francesa Accor e a empresa cearense Luciano Cavalcante Imóveis formaram uma parceria para trazer à capital a nova bandeira dos hotéis Ibis: a Ibis Budget. O anúncio foi feito ontem no Hotel Mercure, da rede Accor, pelo empresário Luciano Cavalcante Filho e o diretor de desenvolvimento de novos negócios para a América Latina da Accor, Abel Castro.

No total serão investidos R$ 27,5 milhões da Luciano Cavalcante no primeiro projeto hoteleiro da empresa, que atua há 30 anos no mercado imobiliário.  “Sempre tive medo de fechar negócios com bancos porque imaginava a taxa de juros, mas agora como faz muito tempo que ninguém faz hotel em Fortaleza resolvi investir”, explicou Luciano Cavalcante Filho.

Segundo Abel Castro existe em Fortaleza uma demanda hoteleira que alie baixo custo e qualidade tanto para quem vem a negócios como a passeio. E o principal objetivo do Ibis Budget é atender essa necessidade. O hotel está em construção na rua historiador Guarino, próximo à Avenida Monsenhor Tabosa e deve gerar cerca de 140 empregos indiretos e contratar 47 colaboradores diretos.

O Ibis budget terá 233 apartamentos e é a segunda parceria firmada da rede de hotéis em Fortaleza. A previsão de entrega do complexo está prevista para 2015.
A Accor, líder no mercado hoteleiro global presente em 92 países, já opera dois hotéis na região e pretende expandir o complexo no interior do Ceará, segundo Castro.“Agora vamos tentar fechar parcerias e levar a rede para cidades como Juazeiro do Norte, Crato, Sobral, Pecém e Maracanaú”, afirma. 


Fonte: Vanessa Freitas, especial para O POVO

Saiba avaliar quando um fundo imobiliário é de fato rentável.


São Paulo – A rentabilidade é talvez a primeira coisa que o investidor olha antes de decidir investir em um fundo. E no caso dos fundos imobiliários não é diferente. Mas o que é uma boa rentabilidade quando se trata de fundos que investem em imóveis corporativos? Como saber se um fundo imobiliário é efetivamente rentável?

Fundos imobiliários normalmente têm cotas negociadas em Bolsa e, se atendidas certas exigências, distribuem rendimentos isentos de imposto de renda para as pessoas físicas. Em função disso, o histórico de rendimentos só está disponível para os fundos que já são negociados em Bolsa há certo tempo.
Se a sua ideia é investir em um fundo que já tenha suas cotas negociadas na Bolsa de Valores, veja a seguir como avaliar sua rentabilidade antes de fazer essa escolha. Lembrando que este é apenas o primeiro passo antes de escolher um fundo, e que há outros fatores a serem ponderados.

Fundos distribuem dinheiro

Fundos imobiliários não são como outros fundos de investimento, que divulgam uma rentabilidade percentual mensal, convertida em dinheiro quando ocorre o resgate das cotas. Aliás, em fundos imobiliários não existe resgate de cotas.

Nos fundos de renda fixa, por exemplo, basta o investidor aplicar qualquer quantia acima do mínimo exigido, e resgatar suas cotas quando quiser reaver o dinheiro. Já nos fundos imobiliários, é preciso comprar as cotas a preço de mercado, e para sair do investimento é necessário vendê-las na Bolsa a outro interessado, como se fossem ações. O lucro advindo da venda das cotas é tributado em 20%.

Assim, os fundos distribuem periodicamente um valor em dinheiro, que pode ser reinvestido na compra de novas cotas ou não. É a quantia referente aos aluguéis pagos, ou ainda a distribuição de lucros pela venda de um imóvel na carteira. Esse valor é isento de IR.

O rendimento distribuído, portanto, é o mesmo para todos os cotistas em determinado momento. Portanto, a rentabilidade do fundo depende mesmo do preço que o investidor pagou pelas cotas.

Por exemplo, se o investidor comprou cada cota por 100 reais e hoje recebe 1 real por cota todos os meses, a rentabilidade do fundo, para ele, é de 1% ao mês. Outro investidor que tenha comprado cotas desse mesmo fundo por 150 reais a cota também receberá o mesmo valor de 1 real por cota. Sua rentabilidade, portanto, é de 0,67% ao mês.

Analise um histórico longo e o fluxo dos pagamentos

Quanto maior o histórico de rentabilidade, mais fácil entender como ocorrem os pagamentos de um fundo. Se é um fundo que rende aluguéis, por exemplo, seu histórico tende a ser mais estável, pois o valor do aluguel só costuma se alterar quando há reajustes.

A menos que seja um fundo cujas receitas de aluguel estejam atreladas ao negócio dos imóveis da carteira. Fundos que investem em shopping centers, por exemplo, costumam apresentar sazonalidades nos rendimentos, uma vez que parte do aluguel pago pelos lojistas é fixa, e a outra é condicionada às vendas.

Com relação aos reajustes, você poderá perceber se eles apenas repõem a inflação ou se há reajuste real, conforme o mercado. Alguns contratos preveem reajustes reais a cada três anos, enquanto outros só preveem esses reajustes numa eventual renovação, a cada dez anos.

“Quanto maior o histórico, melhor. Procure entender se esse histórico é estável, se os pagamentos cresceram apenas com a reposição da inflação, se há algum tipo de sazonalidade ou outras variações”, aconselha Arthur Vieira de Moraes, agente autônomo especializado em fundos imobiliários.

Veja se o fundo paga rendimentos mensalmente ou se há outra periodicidade – trimestral ou semestral, por exemplo. Verifique ainda se, em determinado mês, houve um aumento ou uma queda forte no rendimento. Se houver distribuição dos lucros da venda de um imóvel, provavelmente o valor do rendimento vai aumentar por um ou alguns meses.

“É preciso separar o que é receita operacional – de aluguel – do que é receita não operacional – como os ganhos com a venda de imóveis. O mais importante é olhar o valor efetivo do aluguel, pois é isso que o investidor vai receber sempre”, explica Vieira de Moraes.

É claro que apenas de olhar o histórico de rentabilidade fica difícil entender aquele sobe-e-desce. Por isso, o especialista aconselha que o investidor recorra aos comunicados dos fundos ao mercado, disponíveis na aba “Comunicados e Outros Documentos” de cada fundo na página da BM&FBovespa. Alguns fundos publicam esses documentos em seu site.

Lá constam as distribuições de rendimentos, atas de assembleias de cotistas e outros informativos ordenados por data. Assim, ao verificar um desvio em algum momento do histórico de rendimentos, o investidor pode verificar o que aconteceu perto daquela data.

Cheque ainda se o fundo está amortizando cotas (devolvendo partes do principal aos cotistas) e se isso quer dizer que ele está em período de desinvestimento, podendo se encerrar em breve.

Caso não esteja conseguindo entender alguma mudança na distribuição de rendimentos, o investidor pode ainda recorrer ao gestor do fundo para tirar as dúvidas.

Compare a rentabilidade com outras aplicações e defina a boa rentabilidade para você

Bons rendimentos dependem das circunstâncias da economia. Fundos imobiliários são investimentos de risco, e não aplicações de renda fixa. O preço das cotas pode cair, assim como os rendimentos, que podem ser afetados pela vacância dos imóveis, pela sazonalidade, por reajustes para baixo (caso haja queda dos aluguéis na região), por períodos de baixa nas receitas dos inquilinos (no caso dos fundos que tem parte do aluguel variável), entre outros fatores.

Assim, eles precisam pagar mais que os investimentos conservadores para valerem a pena. De acordo com Arthur Vieira de Moraes, com o patamar atual da taxa básica de juros (7,50% ao ano), uma rentabilidade líquida de taxas de 0,60% ou 0,65% ao mês em um fundo imobiliário já é interessante, pois é mais do que é possível ganhar na renda fixa. “Mas quando a Selic estava em 10% ao ano, esse rendimento não era suficiente”, diz.

Hoje, uma aplicação financeira que tenha rendimento semelhante à taxa Selic paga 0,60% ao mês, sendo que ainda haverá, muito provavelmente, incidência de IR e taxas sobre esse percentual. Um fundo imobiliário com rentabilidade líquida de taxas de 0,60% ao mês, portanto, já é mais interessante, uma vez que não há incidência de IR.

Você pode ainda fazer a comparação com as NTN-B, títulos vendidos via Tesouro Direto que pagam uma taxa prefixada mais a inflação pelo IPCA. Como os aluguéis dos fundos imobiliários também são corrigidos pela inflação, essa comparação é mais precisa.

As NTN-B atualmente pagam de 3,73% a 4,44% ao ano acima da inflação, antes do desconto de taxas e IR. Portanto, um fundo imobiliário com rendimento de aluguéis líquido de 0,60% ao mês (ou 7,43% ao ano) vale mais a pena.

É claro que é preciso avaliar os riscos do fundo para saber se esse prêmio de risco – o valor que o fundo paga acima da renda fixa – é realmente o suficiente.

Por exemplo, um fundo pode estar com uma rentabilidade muito alta em dado momento porque o preço das suas cotas caiu bruscamente, em função de um problema qualquer: uma ameaça de calote ou de vacância importante, por exemplo.

Já um fundo sólido e com ótimos inquilinos pode ficar caro, uma vez que os investidores correram para ele, aumentando o preço da cota e reduzindo a rentabilidade em termos percentuais.

Outro ponto a se avaliar é a liquidez do fundo. “Mesmo que o fundo seja ótimo, se for pouco negociado, o preço das cotas precisa estar baixo em relação aos rendimentos. Isso porque, na hora de vender suas cotas, o investidor provavelmente terá de aceitar dar um desconto para achar um comprador. É um risco adicional”, diz Arthur Vieira de Moraes.

Fonte: Exame.com

Investidores esperam retornos de 20% ao ano, revela estudo.


São Paulo – Uma pesquisa realizada pela Santander Corretora com investidores de alta renda que acessaram seu site nas últimas três semanas mostrou que a maioria espera que seus investimentos tenham um retorno médio de 20% ao ano nos próximos 10 anos.
Apenas em 2013 os investidores foram menos otimistas e afirmaram que esperam um retorno de 13%. 

Os mesmo entrevistados foram questionados sobre o que eles estão dispostos a aturar para alcançar tal retorno: 75% responderam que não estão dispostos a suportar nem perdas mínimas nos próximos anos, mesmo que essas perdas ocorram em períodos curtos, de no máximo seis meses; e 70% afirmaram que não estão dispostos a investir na Bolsa.

Cerca de 50% dos respondentes afirmou que os retornos de suas aplicações devem ser provenientes principalmente de investimentos ligados ao mercado imobiliário. Em segundo lugar, o investimento que deve lhes trazer o maior retorno são as ações de Blue Chips, ações com maior volume de negociação em Bolsa e em terceiro lugar investimentos em commodities. 

As informações prévias da pesquisa foram divulgadas nesta quarta-feira pelo superintendente da Santander Corretora, Aquiles Mosca, durante o 7º Congresso Anbima de Fundos de Investimento. 

Segundo Mosca, a pesquisa revela o excesso de otimismo dos investidores brasileiros. “O brasileiro só olha a possibilidade de ganhar dinheiro. Na pesquisa, 74% dos entrevistados disseram que acreditam apenas em uma possibilidade de alta do mercado. Enquanto apenas 39% acreditam na possibilidade de haver uma queda. Eles estão olhando muito mais tempo, ou só olhando a possibilidade de alta, é um excesso de otimismo. O investidor brasileiro quase não olha os dados de risco na hora de investir”, diz. 

Ele acrescenta ainda que esse excesso de confiança está ligado aos investimentos mais familiares aos investidores. Entre os entrevistados que responderam que os retornos devem vir principalmente do mercado imobiliário, a maioria já possui algum tipo de investimento imobiliário na carteira. “Há uma grande correlação do que eles esperam de rentabilidade com aquilo que eles têm familiaridade. E apesar de muitos acreditarem no retorno dos fundos imobiliários, muitos deles continuam com rentabilidade negativa”, diz.

O superintendente da Santander Corretora conclui que o estudo evidencia a forte tendência dos investidores em ignorar cenários negativos e em acreditar que poderão ter retornos altíssimos, mesmo sem diversificar seus investimentos e se dispor a investir em ativos mais arriscados. “Há um grande desafio pela frente em educar financeiramente esses investidores para ajustar suas expectativas”, finaliza.

Fonte: Exame.com

Ações da Rossi lideram altas do Ibovespa.


As ações da incorporadora Rossi sobem com força nesta quarta-feira. Por volta das 11h50, os papéis avançavam 8,15%, para R$ 3,45, e lideravam as maiores altas do Ibovespa. O índice sobe 0,65%, a 55.023 pontos. 

A companhia divulgou na noite de ontem os resultados do primeiro trimestre de 2013 e realizou nesta manhã teleconferência com analistas. O diretor-superintendente da companhia, Leonardo Diniz, afirmou que a empresa “mostrou importante mudança de tendência, passando pelos pontos de inflexão das curvas de rentabilidade e geração de caixa”.

O discurso de Diniz se refere à melhora do desempenho da companhia em relação ao quarto trimestre de 2012, à medida que, na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, os resultados pioraram.

A Rossi Residencial teve prejuízo líquido de R$ 9,97 milhões no primeiro trimestre de 2013, ante o lucro líquido de R$ 62,56 milhões no mesmo período do ano passado. “O resultado foi bastante satisfatório na comparação com o do quarto trimestre de 2012”, afirma o diretor.


Fonte: ValorEconômico 

Lucro da Cyrela sobe 52% e atinge R$ 179 milhões.


A incorporadora Cyrela encerrou o primeiro trimestre com lucro de R$ 179 milhões, alta de 52% em relação a um ano antes. As receitas recuaram 13% no período, para R$ 1,26 bilhão, mas foram compensadas por ganhos de rentabilidade.

A margem bruta subiu 3,8 pontos percentuais, para 33,3%. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) avançou 27,4%, para R$ 254 milhões. A margem Ebitda ficou em 20,2%, contra 13,8% nos três primeiros meses de 2012.

O resultado da Cyrela ficou um pouco abaixo da média das estimativas dos analistas consultados pelo Valor, que apontavam para lucro de R$ 185 milhões no período.


Fonte: Valor Econômico 

Tecnisa reverte prejuízo e tem lucro de R$ 42 milhões no 1º trimestre.


A Tecnisa reverteu o prejuízo líquido de R$ 11,3 milhões do primeiro trimestre de 2012 e registrou lucro líquido de R$ 42,4 milhões no intervalo de janeiro a março deste ano. A receita líquida cresceu 82,4% no trimestre, para R$ 430,1 milhões. 

A margem bruta ajustada passou de 31,8% no primeiro trimestre de 2012 para 37,4% nos três primeiros meses de 2013. No quarto trimestre de 2012, o indicador estava em 16,1%. 

O lançamento das primeiras torres do empreendimento Jardim das Perdizes resultou no aumento da receita e, consequentemente, do lucro da companhia. Os novos projetos têm margens mais elevadas que os das safras antigas, contribuindo também para a melhora dos resultados.

A margem bruta a apropriar ficou em 37,9% no primeiro trimestre. Os lançamentos realizados em 2013 têm margem a apropriar de 51,6%. 

No primeiro trimestre, a companhia registrou consumo de caixa de R$ 48,5 milhões, com queda de 59,9% ante o mesmo período do ano passado e redução de 79,5% na comparação com o quarto trimestre de 2012.

Os repasses cresceram 29% no primeiro trimestre ante o quarto trimestre de 2012, para R$ 153 milhões. 

Os distratos — cancelamentos de vendas - somaram R$ 121 milhões de janeiro a março.

No primeiro trimestre, a Tecnisa fez captação de dívidas corporativas de R$ 203 milhões, por meio de cédulas de crédito bancário (CCBs) para investimentos em empreendimentos imobiliários e reforço de liquidez.

A relação entre dívida líquida e patrimônio líquido da companhia era de 108,3% no fim do primeiro trimestre, ante 111,5% no quarto trimestre.


Fonte: Valor Econômico 

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Prejuízo da Brookfield quase triplica no 1º tri, para R$ 47,71 milhões.

A Brookfield Incorporações registrou prejuízo líquido de R$ 47,7 milhões no primeiro trimestre. O valor é quase três vezes maior que o prejuízo líquido de R$ 16,31 milhões do mesmo período do ano passado.

A companhia reapresentou o balanço do primeiro trimestre do ano passado. Houve reapresentação porque a empresa distribuiu o impacto do ajuste de orçamento realizado no quarto trimestre de 2012 no resultado líquido dos trimestres anteriores do ano.

No primeiro trimestre do ano passado, a Brookfield havia reportado lucro líquido de R$ 4 milhões.

A cada divulgação trimestral de resultados, a companhia vai reapresentar o balanço do trimestre equivalente de 2012.

No primeiro trimestre, a receita líquida da companhia cresceu 28,2%, para R$ 741,96 milhões, na comparação com o indicador do balanço reapresentado de janeiro a março de 2012.

O lucro bruto teve queda de 14,9%, para R$ 100,403 milhões. Com isso, a margem bruta encolheu de 20,4% para 13,5%.

A queda da margem bruta foi a principal razão para o aumento do prejuízo da companhia no trimestre.

A piora da margem resultou do impacto dos ajustes de orçamento realizados pela Brookfield no ano passado. “Subestimamos o impacto dos ajustes de orçamento de 2012 ao longo do tempo”, diz o presidente da incorporadora, Nicholas Reade.

Conforme Reade, as margens da companhia começarão a ter melhora mais expressiva no segundo semestre e “benefício pleno”, a partir do ano que vem, das mudanças implementadas para aumentar o controle de execução, como a criação de departamento centralizado de orçamentos e compras.

As mudanças abrangem também reorganização da diretoria, em que todos os diretores executivos passaram a ter responsabilidade com abrangência nacional. Desde outubro, foram substituídos 30 gerentes de obra ou de produção por profissionais mais alinhados à empresa.

A companhia revisou para baixo sua meta de margem bruta a ser obtida até o quarto trimestre de 2013 da faixa de 28% a 30% para o intervalo de 20% a 24%.

No trimestre, a margem bruta piorou também em função do mix de vendas de empreendimentos com rentabilidade menor e do impacto de R$ 10 milhões de custos adicionais incorridos de obras concluídas nos trimestres anteriores.

Houve contribuição ainda, para a queda do indicador, de R$ 120 milhões de outras receitas, referentes a serviços de construção prestados a terceiros e à faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida, cujas margens são mais baixas.

Conforme o diretor de relações com investidores da companhia, Luciano Guagliardi, não foi feita revisão de orçamento no primeiro trimestre por conta da implementação de novos sistemas especializados de orçamentos — Primavera e Hard Dollar.

No fim do primeiro trimestre, a relação entre dívida líquida e patrimônio líquido da Brookfield era de 56,5%, ante 50,2% em dezembro e 34,8% no fim de março de 2012. O volume de vencimentos de dívida corporativa da Brookfield, em 2013, foi reduzido de R$ 901 milhões para R$ 426 milhões.


Fonte: Valor Econômico 

Selic a 8,25% teria impacto negativo de 2,5% para fundos imobiliários.

São Paulo -
O aumento da taxa básica de juros neste ano dos atuais 7,50% para 8,25%, como preveem alguns agentes no mercado, poderá ter impacto negativo de 2,5% nas cotas dos fundos imobiliários listados em bolsa, apontam analistas da Citi Corretora.
“Os juros aumentaram e este é um fator negativo para os fundos imobiliários, principalmente aqueles com proventos fixos”, dizem em relatório. O aumento da taxa básica de juros é um fator que torna menos atrativa a oferta desses produtos em termos de custo de oportunidade.
Os fundos imobiliários tiveram desempenho fraco em abril. O índice IFIX, que acompanha as carteiras listadas em bolsa, apresentou queda de 2% no mês passado. A rentabilidade média dos proventos ficou ao redor de 0,85%, ainda acima do CDI, que foi de 0,60% em abril.
Os fundos de shoppings apresentaram o melhor desempenho em abril e os fundos de escritórios de médio porte e agências bancárias tiveram os piores, segundo os analistas do Citi. As carteiras focadas em escritórios de médio porte registraram rentabilidade média negativa de 2,43% no mês passado, enquanto os portfólios que têm na carteira agências bancárias tiveram retorno médio negativo de 2,53%, considerando a distribuição dos ganhos com aluguel e a variação das cotas na bolsa.
Segundo o Citi, a vacância em escritórios em São Paulo aumentou em 2012, chegando a 6,3% no terceiro trimestre do ano passado, e há indicações de que deve continuar subindo. “Os fundos de escritórios (lajes corporativas) são os menos atrativos atualmente e sugerimos reduzir exposição a este tipo de fundo”, dizem os analistas.
A corretora aponta como destaques positivos os fundos Santander Agências (SAAG11) e SDI Logística (SDIL11). O primeiro reúne uma carteira com 21 agências e paga proventos mensais da ordem de R$ 0,66 por cota. O segundo possui uma carteira formada por galpões logísticos em Duque de Caxias (RJ) e paga proventos mensais de R$ 0,75 por cota, garantidos por fundo reserva. De acordo com a corretora, o saldo da conta vinculada indica mais pelo menos 15 meses de proventos garantidos.
As opiniões expressas no relatório refletem as opiniões pessoais dos analistas e foram elaboradas de forma independente, não expressando a posição oficial do Citigroup.
Fonte: Valor Econômico